Páginas

quinta-feira, 7 de julho de 2011

Moisés realmente morreu?

Muitos dizem que Moisés não morreu, mas foi levado por Deus como aconteceu com Enoque e Elias. Outros dizem que Moisés morreu e Deus escondeu o seu corpo para que ninguém o achasse. Afinal, qual das duas opções é a verdadeira?

Para entendermos melhor esta questão, temos que começar por uma passagem bíblica que está em Números 20. 7 - 12 - veja abaixo:

Moisés fere a rocha

E o Senhor falou a Moisés dizendo: Toma a vara, e ajunta a congregação, tu e Arão, teu irmão, e falai à rocha, perante os seus olhos, e dará a sua água; assim lhes tirarás água da rocha, e darás a beber à congregação e aos seus animais. Então Moisés tomou a vara de diante do Senhor, como lhe tinha ordenado. E Moisés e Arão reuniram a congregação diante da rocha, e Moisés disse-lhes: Ouvi agora, rebeldes, porventura tiraremos água desta rocha para vós? Então Moisés levantou a sua mão, e feriu a rocha duas vezes com a sua vara, e saiu muita água; e bebeu a congregação e os seus animais. E o Senhor disse a Moisés e a Arão: Porquanto não crestes em mim, para me santificardes diante dos filhos de Israel, por isso vocês não introduzireis esta congregação na terra que lhes tenho dado.

A passagem acima relata que Deus havia pedido a Moisés que falasse a rocha, e não ferisse a rocha. Por causa da desobediência, Deus proibiu Moisés de conduzir o seu povo a entrar na terra prometida.

Moisés já estava com a idade avançada. Mesmo a bíblia relatando que Moisés tinha uma boa visão e gozava de uma certa saúde, Deus sabia que, seria um fardo para Moisés com cento e vinte anos continuar governando aquele povo cheio de problemas em uma terra em que eles haveriam de conquistar, travando outras batalhas. Por isso Deus encerrou a carreira de Moisés, e passou a liderança a Josué.

Acima, esta o princípio desta proibição, com relação a Moisés de entrar na terra prometida. Veremos agora, se ele morreu ou foi levado em vida para o céu, como Enoque e Elias. Veja a passagem bíblica abaixo:

Deuteronômio 34. 1 - 8 - Moisés vê a terra prometida mas não entra nela.

Então subiu Moisés das campinas de Moabe ao monte Nebo, ao cume de Pisga, que está em frente a Jericó e o Senhor mostrou-lhe toda a terra desde Gileade até Dã; e todo Naftali, e a terra de Efraim, e Manassés e toda a terra de Judá, até ao mar ocidental; e o sul, e a campina do vale de Jericó, a cidade das palmeiras, até Zoar. E disse-lhe o Senhor: Esta é a terra que jurei a Abraão, Isaque, e Jacó, dizendo: À tua descendência a darei; eu te faço vê-la com os teus olhos, porém lá não passarás. Assim morreu ali Moisés, servo do Senhor, na terra de Moabe, conforme a palavra do Senhor. E o sepultou num vale, na terra de Moabe, em frente de Bete-Peor; e ninguém soube até hoje o lugar da sua sepultura. Era Moisés da idade de cento e vinte anos quando morreu; os seus olhos nunca se escureceram, nem perdeu o seu vigor. E os filhos de Israel prantearam a Moisés trinta dias, nas campinas de Moabe; e os dias do pranto no luto de Moisés se cumpriram.

Analisando a passagem bíblica acima, observamos que:

Primeiro: Moisés não poderia narrar este fato sendo que ele havia morrido? Veja a passagem em Deuteronômio 34. 5 - 6 "Assim morreu ali Moisés, servo do Senhor, na terra de Moabe, conforme a palavra do Senhor. E o sepultou num vale, na terra de Moabe, em frente de Bete-Peor; e ninguém soube até hoje o lugar da sua sepultura". Observem que: Moisés havia morrido. E como o povo ficou sabendo do local da sua morte. A pessoa que escreveu este acontecimento, deveria estar presente naquela localidade, e sabia perfeitamente a localização de Moisés, só não encontraram o corpo.

Segundo: O povo não havia entrado na terra prometida. Isto significa que eles ainda estavam estacionados na terra de Moabe aguardando a Moisés, que não havia retornado do monte Nebo.

Terceiro: Josué como o novo líder da nação, deve ter subido a montanha, a procura de Moisés, e não encontrou. Pergunta: O que você diria a seu povo numa situação dessas, se Deus ainda não havia se manifestado a respeito da morte de Moisés? Você só teria duas opções: Ou dizer que Moisés foi levado por Deus para o céu, como Enoque, ou o mais correto, que Ele havia morrido e Deus o sepultou naquelas terras, e eles não estavam encontrando o seu corpo. Imaginem Josué dizendo: Deus o levou para o céu; e logo após alguém encontrasse o corpo de Moisés? Josué ficaria numa situação complicada com o seu povo. A lógica mais correta era: Procuramos por Moisés, e não o encontramos, o Senhor Deus, deve telo levado e sepultado o seu corpo na terra de Moabe, em frente de Bete-Peor, mas não achamos o local da sua sepultura. Assim ficaria bem melhor para Josué, e tiraria um peso da sua consciência.

Quarto: Ao receber a informação de que Moisés havia morrido, o povo pranteou durante trinta dias nas campinas de Moabe. Deuteronômio 34. 8 "E os filhos de Israel prantearam a Moisés trinta dias, nas campinas de Moabe; e os dias do pranto no luto de Moisés se cumpriram". Neste texto observamos que: O povo ainda estava acampado nas campinas de Moabe, quando receberam a informação de que Moisés havia morrido.

Quinto: Após o desaparecimento de Moisés, Josué precisava preencher o final deste capítulo do livro de Deuteronômio. Com certeza, ele deve ter buscado muito a Deus antes de chegar a uma conclusão a respeito da morte de Moisés. Então, revelou Deus a Josué a respeito de Moisés Josué 1. 1 - 2: "Sucedeu depois da morte de Moisés, servo do Senhor, que o Senhor falou a Josué, filho de Num, servo de Moisés, dizendo: Moisés, meu servo, é morto; levanta-te, pois, agora, passa este Jordão, tu e todo este povo, à terra que eu dou aos filhos de Israel". Deus claramente disse a Josué: Moisés, meu servo, é morto.

Sexto: Se Deus, indicasse o local da sepultura de Moisés, satanás teria instigando o povo a idolatrar seus ossos. Veja que interessante esta passagem bíblica: Judas 1. 9 "Mas o arcanjo Miguel, quando contendia com o diabo, e disputava a respeito do corpo de Moisés, não ousou pronunciar juízo de maldição contra ele; mas disse: O Senhor te repreenda". Satanás queria saber aonde estava o corpo de Moisés, porque ele não estava encontrando-o. Deus o escondeu, para evitar a idolatria. Um fato parecido com este, é o do tumulo de Davi que esta em Jerusalém Atos 2. 29. Seus ossos são reverenciados até hoje. Pergunto: Imaginem se fossem de Moisés.

Sétimo: Outro fato a se observar, é o da transfiguração de Cristo em Mateus 17. 1 - 9 "Seis dias depois, tomou Jesus consigo a Pedro, e a Tiago, e a João, seu irmão, e os conduziu em particular a um alto monte, e transfigurou-se diante deles; e o seu rosto resplandeceu como o sol, e as suas vestes se tornaram brancas como a luz. E eis que lhes apareceram Moisés e Elias, falando com ele. E Pedro, tomando a palavra, disse a Jesus: Senhor, bom é estarmos aqui; se queres, façamos aqui três tabernáculos, um para ti, um para Moisés, e um para Elias. E, estando ele ainda a falar, eis que uma nuvem luminosa os cobriu. E da nuvem saiu uma voz que dizia: Este é o meu amado Filho, em quem me comprazo; escutai-o. E os discípulos, ouvindo isto, caíram sobre os seus rostos, e tiveram grande medo. E, aproximando-se Jesus, tocou-lhes, e disse: Levantai-vos, e não tenhais medo. E, erguendo eles os olhos, ninguém viram senão unicamente a Jesus. E, descendo eles do monte, Jesus lhes ordenou, dizendo: A ninguém conteis a visão, até que o Filho do homem seja ressuscitado dentre os mortos".

Transfiguração: Significa, modificar a aparência.

Sobre a transfiguração de Cristo: Deus queria mostrar aos discípulos, de que Jesus era verdadeiramente seu filho, e que ele representava a lei (Moisés: representa o grupo dos santos que serão ressuscitados por ocasião da volta de Jesus) e os profetas (Elias: representa aqueles que não passarão pela morte).

Se notarmos nesta passagem, somente Jesus transfigurou-se, destacando-se de Moisés e Elias, tornando assim o centro das atenções.

Podemos usar a passagem de Romanos 3. 21 - 24, para entender-mos melhor a respeito da transfiguração de Cristo: "Manifestou-se agora a justiça de Deus, tendo o testemunho da lei e dos profetas; Isto é, a justiça de Deus pela fé em Jesus Cristo para todos e sobre todos os que crêem; porque não há diferença. Porque todos pecaram e destituídos estão da glória de Deus; Sendo justificados gratuitamente pela sua graça, pela redenção que há em Cristo Jesus"

Sobre Moisés, se estava morto, e apareceu vivo na transfiguração, então Deus o ressuscitou, e o levou para o seu reino. Motivo pelo qual satanás não estava encontrando o corpo.

Qualquer tentativa de justificar a teoria da reencarnação, com base na transfiguração, está em direta oposição ao ensinamento bíblico em que esta ordenado ao homem morrer um só vez, vindo depois disso o juízo de Deus, Hebreus 9. 27.
 

terça-feira, 5 de julho de 2011

Casamento, um projeto da graça de Deus

Os sentimentos mais nobres que norteiam o matrimônio estão baseados no amor mútuo, no companheirismo e na lealdade, seguidos de um compromisso de vida à dois. Por esse ângulo entendemos que o amor sem compromisso vale tanto quanto o ódio. O nosso Deus é Deus de propósitos. Por isso ao estabelecer o casamento, instituiu três propósitos básicos para mantê-lo:

TRÊS PROPÓSITOS BÁSICOS

Ao unirem-se em matrimônio o marido e a mulher passam a ser uma só carne, como está escrito no evangelho. Respondeu-lhe Jesus: “ Não tendes lido que o Criador os fez homem e mulher desde o princípio, e que ordenou: por isso deixará o homem seu pai e sua mãe e unir-se-á a sua mulher e serão os dois uma só carne. Portanto o que Deus uniu, não separe o homem”. Esse é o princípio que deve ser praticado pelo casal. O Senhor Jesus, em sua oração sacerdotal pede que sejamos um, assim como ele é com o Pai. ( João 17:11-21) O apóstolo Paulo reafirma que os maridos devem amar as suas esposas como Cristo amou a Igreja. (Efésios 5: 25,26), e que as esposas devem amar os seus maridos como a Igreja deve ser dedicada a Cristo. Este princípio ensinado por Cristo, leva-nos a entender que quando o esposo trata a esposa com amor verdadeiro, à maneira de Cristo, esse facilita para que as esposas lhe sejam submissas. Quando as esposas aceitam a submissão ao marido – não como escravas, mas como companheira tornam fácil os maridos amarem suas esposas. O desejo de Deus para um casamento abençoado, é sobretudo que exista um perfeito equilíbrio, pois apesar de serem uma só carne, é necessário que exista respeito a individualidade de cada um.

- Que o casal seja feliz

Um dos princípios bíblicos é que devemos viver intensamente a vida conjugal com alegria. O livro de cantares de Salomão dá-nos esse exemplo, mostrando toda beleza de um relacionamento ideal entre o homem e a sua mulher. O amor definido no livro de Cantares não mostra um sentimento passageiro com relação a tudo que traz prazer e poesia ‘a vida, quando diz: “ É melhor do que o vinho” e “ Do teu amor nos lembraremos mais que o vinho, não é sem razão que te amam”. O vinho, aqui descrito é apenas uma alegoria, e o que o autor deseja exprimir nessa comparação é uma efusão de alegria que deve existir num relacionamento conjugal abençoado por Deus (Cantares 1:2 e 1:4) O amor conjugal deve ser como um banquete de almas, uma celebração de alegria pelo prevalecer de dois seres sobre o egoísmo indômito, adversário daqueles que desejam ser apenas um. Esta alegoria representada pelo vinho, em Cantares, é a mais bela expressão que o casamento pode representar.

- Que o casal seja multiplicativo

Deus quer que os filhos venham ao mundo numa atmosfera de alegria e amor e sejam eles os frutos do amor. Os filhos, à medida que vão crescendo, vão se espelhando na vida diária dos seus pais; sentindo alegria quando esses mostram alegria, felicidade e proteção, mas sobretudo amor quando vêem isso neles.

O primeiro casal a experimentar a graça de Deus

O maravilhoso relato sobre o relacionamento de Deus para com o ser humano, e de um ser humano para o outro, se encontra logo nos primeiros capítulos da Bíblia Sagrada. (Gênesis 1:26-28) Também a narrativa de sua criação segundo a imagem e semelhança de Deus. (Gen. 2:22). A mensagem do texto mostra claramente que Ele a criou a mulher cuidadosamente, com propósitos específicos. Adão, fora criado do pó da terra, mas Eva, de sua costela. Vejamos que Eva , tirada da costela de Adão, dá-nos a nítida certeza de que fora criada para ser sua companheira e adjutora.

A primeira reação de Adão ao despertar-se do sono foi:

“Esta é afinal, ossos dos meus ossos e carne da minha carne” . ( Gênesis 2:23)

Observe que Adão não disse: Ótimo! Agora terei alguém para recolher as coisas que deixarei espalhadas, fazer as tarefas do lar ou me servir em tudo o que precisar! O texto ainda acrescenta:

“ Por isso deixará o homem o seu pai e a sua mãe e se unirá a sua mulher e serão os dois, uma só carne”.(Gênesis 2:24).

No projeto da graça de Deus estava previsto que eles deveriam respeitar a individualidade um do outro, entendendo que eles próprios seriam a expressão mais pura do amor e satisfação de Deus para toda a humanidade. O casamento sob a graça divina é aquele que vive sob o serviço e a dependência de Deus.

O deslize para fora do projeto de Deus

Num instante tudo mudou para Adão, Eva e também para toda a humanidade. Momentos antes eles se encontravam em plena comunhão com o Criador, e dependiam totalmente D’Ele, mas agora suas vidas estavam completamente mudadas, e o pecado fazia-os sentir vergonha e impulsionava-os para se esconderem entre os arbustos. Daí em diante todo o projeto de se tornarem uma só carne acabou, transformando-se em mútuas acusações. Quando eles estavam na dependência de Deus, era ELE que supria todas as suas necessidades, mas agora, um olhava para o outro, buscando em seu companheiro, o preenchimento de suas carências.

Quando a serpente convenceu-os de que poderiam se tornar como Deus, ela omitiu o fato de que a partir dai eles jamais receberiam seus favores e da mesma forma que poderiam fazer o que quisessem, também deveriam suprir mutuamente suas necessidades.

O Pai amoroso, agora, mesmo desejando, não poderia ajuda-los, determinando assim o que chamamos hoje de: “A queda do homem”.

Mostras de relacionamentos desvirtuados

Três pontos básicos nos mostram como esses acontecimentos nos afetam como maridos e esposas nos dias de hoje:

- Sentiram medo de Deus e esconderam-se D’Ele.
- Sentiram vergonha um do outro.
- Acusaram-se mutuamente.

Tudo isso ocasionou no que identificamos como “Maldição”. Como conseqüência do pecado da mulher, Deus disse: “ O teu desejo será para o teu marido, e ele te dominará”

A culpa pelo fracasso trouxe à tona o sentimento de egoísmo da mulher que lançou a responsabilidade sobre o diabo, que a enganou. Adão por sua vez acusou sua companheira. Isso passou a ser um procedimento normal até os dias de hoje. Buscar culpados pelo nosso fracasso é comum em toda a sociedade, fazendo disso temas inesgotáveis para sociólogos, psicanalistas, médicos terapeutas, e indo pelos caminhos místicos para resolver seus problemas.

A “Maldição”, sobre o homem foi:

“Maldita será a terra por tua causa; com dor comerás dela todos os dias. Espinhos e cardos também ela te produzirá; comerás a erva do campo, e do suor do teu rosto comerás o teu pão, até que te tornes à terra, de onde fostes tomado, porque és pó e para o pó te tornarás”. (Gen. 3:18,19)

Desde então o homem tem procurado satisfazer-se no trabalho nos desejos carnais, recebendo em conseqüência infindáveis conflitos e angustias. Tudo o que deveria ser canalizado para Deus, agora canaliza-se em sua satisfação pessoal e na defesa de sua família.

Relacionamentos regidos pela maldição

A vida humana quando regida pelo ego e essencialmente pecaminosa, criando um círculo vicioso de causas e efeitos, tornando o ser humano num ser essencialmente egoísta. Tudo começou em Adão. No plano original de Deus, o casal deveria dominar mutuamente sobre tudo, mas após a queda, tanto o homem quanto a mulher, assumiram o comando de suas vidas; empreendendo uma luta constante de auto-libertação. Relacionamento regido pela maldição é quando um procura dominar o outro para satisfazer o ego. Todas as pessoas que vivem sob a regência da maldição é egoístas; buscando sempre satisfazer os seus próprios desejos em detrimento do outro.

O verdadeiro objetivo do egoísta estará sempre acobertado sob sutilezas e artimanhas extremamente egocêntricas. Vejamos:

1. Quero que meus filhos estejam sempre bem arrumadinhos por causa do que os outros possam pensar de mim.
2. Meu cônjuge deve estar sempre bem vestido para que as pessoas tenham uma boa impressão de mim.
3. Tenho que demonstrar minha autoridade sobre o meu cônjuge para que todos me respeitem.
4. Se o meu cônjuge não fizer as minhas vontades, o que vão pensar de mim?

Com esse tipo de procedimento percebe-se que as atitudes dos envolvidos são profundamente egocêntricas, e a auto estima passa a ser negativa.

Efeitos da regência maldita

1. Sensação de estar sendo sufocado.
2. Insatisfação, estresse e amargura.
3. Desânimo de viver e desejo de buscar soluções em outros relacionamentos.
4. Sensação de perda de liberdade.
5. Sentimento de culpa pela infelicidade do cônjuge.
6. Mal-de-Caim, ou seja sensação de estar sendo acusado e de todos os fracassos e culpas.
7. Insegurança.

Compreendendo os propósitos da união matrimonial

Em princípio os maiores causadores de esgotamentos e desânimo nos relacionamentos, somos nós mesmos. Empreendemos uma tarefa muito além de nossas capacidades para realiza-la. O efeito sempre tem gosto amargo. Para que um relacionamento tenha êxito, em primeiro lugar devemos compreender que o ser humano é especial diante de Deus, e que somente o Senhor tem capacidade para transforma-lo. Prova é que quando Deus criou a raça humana, Ele não a fez completa, ou a humanidade toda em um só momento. Tudo começou com apenas uma semente. Ele criou no princípio uma só pessoa, depois outra, até formar uma família. E após forma-la, disse: Crescei, multiplicai, enchei a terra e dominai. (Gênesis 1:28)

Exercícios práticos

Ao tomar conhecimento da Graça de Deus, o primeiro passo a ser dado, naturalmente deve ser o de tomar posse do seu direito nela. Observem atentamente alguns princípios que vão ajudá-los quando vocês o declararem juntos:

1- O Senhor Jesus Cristo restaurou o nosso direito de ser livre, por isso, o Senhor Deus vai nos atender! (João 8:32)
2- Senhor Deus suprirá todas as nossas necessidades em glória por Jesus Cristo! (Filipenses 4:19)
3- Não somos nós mais quem vivemos, mas Cristo vive em nós e é o seu propósito que sejamos felizes juntos.
4- Senhor Jesus Cristo levou sobre si todas as nossas culpas e pecados passados e em suas pisaduras somos sarados, por isso nossa família é uma bênção! (Isaias 53:10)
5- Podemos todas as coisas naquele que nos fortalece. (Filipenses 4:13)

Fonte: Pedro Almeida

sexta-feira, 24 de junho de 2011

Vem aí o PLC 666 contra a pecadofobia

De autoria do Deputado Federal Adolf Nero Diocleciano, liberdade aos pecados de todos os tipos sem discriminação!!!

O PANIC (Partido Anticonstitucional dos Numerosos Inimigos do Cristianismo) pretende apresentar, em breve, o PLC 666 (Projeto de Lei do Cão, número 666).

O autor do aludido projeto de lei é o conhecido deputado federal Adolf Nero Diocleciano, que já manifestou o desejo de queimar exemplares da Bíblia em praça pública. Ele alega que esse livro é altamente hamartiofóbico, isto é, incentiva o preconceito e a discriminação contra os pecadores.

Conhecido por sua luta pelos direitos do movimento LABAS (Liga dos Adoradores da Besta Apocalíptica e Simpatizantes), Diocleciano tem como meta eliminar toda e qualquer influência do cristianismo no Brasil. Ele pretende, com o PLC 666, proibir os Cristãos de difundirem passagens da Bíblia que condenem o pecado.

A nova lei, se aprovada, contemplará punições para diversos crimes, como a idolatrofobia, a pornofobia, a adulterofobia, a sodomofobia, a pedofilofobia, a efebofilofobia, a latrofobia, etc. O objetivo é diminuir a quantidade de mortes e agressões contra determinados tipos de pecadores. Segundo o DataSodoma e o Ibopedof, o Brasil é campeão de assassinatos e agressões contra sodomitas, pedófilos e efebófilos.

Pregadores, escritores, articulistas e editores de blog que vierem a cercear, de alguma forma, o direito dos pecadores de pecar em paz, sem serem incomodados, em qualquer lugar, serão punidos exemplarmente. Não se permitirá que, num Estado Democrático de Direito e Laico, alguém emita qualquer opinião a respeito dos pecados que as pessoas quiserem cometer…

Desligue agora o modo (ironia). Haja o que houver, os Cristãos que se prezam não se calarão, ainda que sejam condenados à morte. E continuarão pregando o santo Evangelho, que apresenta, não só o amor de Deus, mas também a sua justiça.

Fonte: The Christian Post