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quinta-feira, 2 de fevereiro de 2012

O Crente menino. Como saber se você é ou não um


Paulo diz que existem crentes meninos. Meninos na fé. Como a gente reconhece crente menino?

Crente menino não pode ser elogiado. Elogie um menino e você verá como ele se mostra.

Crente menino tem os nervos à flor da pele. Qualquer contrariedade, o crente menino se desvia, fica amuado, esfria na fé, some das reuniões.

O crente menino tem uma dieta de festa. Só gosta de coisa doce, crocante, gelada. Nem tente alimentar ele com verdadeiro alimento espiritual. Ele não gosta de Bíblia, Escola Dominical, Palavra e Deus. Gosta só de dar pulinhos, bater palminhas e pedir mais sorvete com chantily.

O crente menino faz birra. Quando contrariado, faz beicinho. Fica amuadinho.

O crente menino gosta de ser o centro das atenções. Se ela não brilhar via precisar de psicólogo e terapia. Se ele não for o centro não aceita ser cantor.

O crente menino vive de modismos. Adorou a onda dos dentes de ouro, ama os cultos dos Gideões Missionários, vive na casa da irmã ungida de oração, crê em catimbó evangélico, acredita que nascido de novo pode ficar endemoninhado.

O crente menino nunca vai ser crente maduro. O tempo não o afeta positivamente. O tempo passa e ele continua na fase Benjamim Button: quanto mais velho, mais novato.

O crente menino não é brincadeira...


Fonte: Pr. Geraldo Magela em seu blog, via Libertos do Opressor

segunda-feira, 16 de janeiro de 2012

Belas mensagens - Eu acredito

Havia um casal de ateus que tinha uma filha. Os pais jamais lhe falaram de Deus.

Uma noite, quando a menina tinha cinco anos, seus pais brigaram e o pai atirou em sua mãe. Em seguida se suicidou.Tudo isto diante da menininha.



Ela foi enviada a um lar adotivo. Sua nova mãe levou-a a uma igreja. Nesse dia, a mãe explicou à professora das crianças que a menina jamais havia escutado falar de Jesus e que, por favor, ela tivesse paciência.

A professora apanhou uma figura de Jesus e perguntou a todos: "Alguém sabe quem é essa pessoa?".

A menininha respondeu: "Eu sei, eu sei, esse é o homem que estava segurando minha mão na noite em que meus pais morreram..."

Se você crê que a menina está dizendo a verdade, mesmo que nunca tenha escutado falar de Jesus e que ele segurava a mão naquela noite, é por que você tem fé.



"Eu acredito no sol, mesmo quando não ilumina. Eu acredito no amor, mesmo quando não o sinto. Eu acredito em Deus, mesmo quando permanece calado".

(escrito na parede de um sótão utilizado por Judeus, que se escondiam de nazistas).

10 razões porque a pregação da Palavra deve ser o centro de nossos cultos


O reformador francês João Calvino via a pregação do evangelho como o centro da vida e obra da igreja. Ele cria que a pregação era central na igreja porque ela era o modo de Deus salvar o Seu povo, até o ponto dele se considerar também um ouvinte: "Quando eu subo ao púlpito não é para ensinar os outros somente. Eu não me retiro aparte, visto que eu devo ser um estudante, e a Palavra que procede da minha boca deve servir para mim assim como para você, ou ela será o pior para mim. ", dizia ele.

Para Calvino a pregação da Palavra era um meio de graça para o povo de Deus - “Quando nos reunimos em nome de Deus”, ele dizia, “não é para ouvir meros cânticos" (diferentemente da nossa geração que valoriza extravagantemente o momento de louvor). Para Calvino, os que desenvolviam tais práticas se alimentavam exclusivamente de vento. Além disso, Calvino cria que a pregação deveria ser “sem exibição”, para que o povo de Deus pudesse reconhecer nela a Palavra de Deus e para que o próprio Deus, e não o pregador pudesse ser honrado e obedecido.

A luz deste background gostaria de trazer 10 razões porque a pregação das Escrituras deve ocupar o centro do nosso culto:

1- Cristo é exaltado. As Escrituras quando pregadas exaltam o nome do Senhor. É impossível expor a Bíblia sem que o nome do Eterno seja glorificado.

2- O homem é humilhado. A Exposição das Escrituras aponta para o estado de miserabilidade do homem. A pregação da Bíblia revela quem somos, nossas incongruências, idiossincrasias e pecaminosidade, revelando-nos que fora de Cristo todos estão mortos em seus delitos e pecados.

3- Somos reanimados no Senhor. As Escrituras quando pregadas trazem sobre a finitude humana, o poder infinito de um Deus Soberano proporcionando com isso o reascendimento da chama da esperança.

4- Nossa psiquê é envolvida por graça. A Palavra de Deus quando pregada traz remédio para a alma cansada, refrigério para o abatido, alento para o desesperançoso.

5- A Igreja é edificada. Quando a Bíblia é proclamada nossas igrejas são edificadas. A exposição das Escrituras, ao contrário dos movimentos vazios contemporâneos, fazem com que o povo de Cristo cresça no conhecimento do Senhor.

6- Somos protegidos dos erros doutrinários. Calvino costumava dizer que as Escrituras Sagradas é o escudo que nos protege do erro. A Bíblia quando pregada nos traz orientações importantíssimas que se aplicadas em nosso cotidiano nos protegem das heresias e distorções teológicas propagadas pelos falsos profetas.

7- Nos tornamos pessoas mais comprometidas com Cristo. As Escrituras quando pregadas nos desafiam a viver como Cristo viveu. A Bíblia quando proclamada nos leva a desejarmos viver a vida cristã de forma santa, pura e abnegada.

8- Vivemos para a glória de Deus. A Bíblia quando pregada leva-nos a querer viver exclusivamente para a glória de Deus.

9- Ansiamos pela volta do nosso Redentor. As Escrituras quando proclamadas nos levam a ima santa ansiedade pelo glorioso dia em que o Rei dos reis e Senhor dos Senhores voltará para a sua igreja.

10- Somos reavivados. A Bíblia quando pregada reaviva nossa alma, aquece os corações, desperta-nos para oração, desafia-nos a intercessão enchendo nossos corações com o santo desejo de estar continuamente em sua santa presença.

Pense nisso!

Fonte: Pr Renato Vargens em seu blog, via Libertos do Opressor