Páginas

terça-feira, 26 de maio de 2015

Seria o chip a marca da besta?




Seria o chip a marca da besta?

O chip contendo informações pessoais das pessoas em substituição a alguns documentos e até por uma questão de segurança já é utilizado em alguns países. Porém, depois que a mídia divulgou a posição da presidente Dilma em aprovar a sua utilização aqui no Brasil, muita discussão se levantou nesse sentido. Seria o chip a tão temida marca da besta? No meio religioso as opiniões se divergem. Os mais liberais dizem que nada tem a ver com o que está escrito no livro do Apocalipse; enquanto que os tradicionais acreditam piamente que sim e que, não importando as consequências, jamais se deixarão ser “chipados”.

Há muito que venho acompanhando os fatos e a polêmica relacionados ao assunto e, sempre me reservei a opinar sobre a questão. Porém, com a repercussão que atualmente se criou nesse sentido, e, observando as diversas opiniões, resolvi também expor meu ponto de vista, com base naquilo que tenho observado nas Sagradas Escrituras. Saliento que o que irei expor aqui é apenas o meu ponto de vista, apoiado no direito a liberdade de expressão que possuo.

Inicio com uma interrogação: O que a implantação de um simples componente eletrônico como o chip resultaria na condenação de um cristão diante de Deus? Não devemos esquecer que já utilizamos outros mecanismos eletrônicos como o chip em cartão de créditos e principalmente nos celulares que quase todos os cristãos possuem. Talvez o pavor que está se instalando se dê por conta do que diz o livro de Apocalipse que a marca da besta seria aplicada na mão direita ou na testa (Apocalipse 13 : 16).

Porém, o que muitos cristãos ainda não se aperceberam é que o sinal ou a marca da besta não será algo tão simples assim. A atitude da besta em marcar os seres humanos será uma maneira de afrontar diretamente a santidade e a soberania de Deus e muitos serão forçados, com prejuízo da própria vida e de seus entes queridos a aceita-la, renunciando a fé no Senhor.  Alguns religiosos defendem que essa marca seria a obrigatoriedade da observância do domingo em lugar do sábado judaico. Estes confundem o sábado que foi dado como um sinal entre Deus e os israelitas no Sinai e que permanece perpetuamente como um selo entre Deus e o seu povo atualmente (Êxodo 31 : 13 - 17). Nessa linha de raciocínio alienada da ortodoxia bíblica, afirmam que quem não se submete a observação do sábado como dia de descanso, serão marcados em suas frontes com o selo do domingo que seria a marca da besta.

Mas, vamos pensar um pouco: O que muito provocou a ira de Deus no passado, senão a adoração de falsos deuses em forma de imagens de esculturas e outras formas de idolatria? Lembram-se do caso ocorrido na Babilônia quando o rei Nabucodonosor em afronta diretamente a Deus mandou construir uma imagem de ouro de sua própria pessoa e obrigou a todos a se curvarem perante ela. Lembram o que aconteceu quando os três jovens fiéis se recusaram a adorá-la? (Daniel 3 : 1 - 23). Assim também se fará, quando da ocasião da manifestação do Anticristo que se dará somente após a igreja ter sido arrebatada desta terra (1Tessalonicenses 4 : 13 - 18 ; 2Tessalonicenses 2:7 , 8).  A marca ou sinal será para todos os humanos, mas em relação aos crentes que aqui estiverem por ocasião desse edito, a marca ou sinal tenderá violar o santuário de Deus que não é um tabernáculo ou um templo construído pelas mãos humanas, pois Deus não habita nesses. O templo de Deus, santuário de Sua morada é o nosso corpo que deve ser preservado santo e sem mácula para a vinda do Senhor (1Tessalonicenses 5 : 23 ; 1Corintios 3 : 16,17 ; 6 : 19). 
Desde a antiga aliança, Deus já mostrava o zelo por esse templo: "Pelos mortos não dareis golpes na vossa carne; nem fareis marca alguma sobre vós. Eu sou o SENHOR." (Levítico 19 : 28). Para poderem se apresentar diante de Deus em Betel, Jacó ordenou a sua família mudar suas vestes e arrancar os pendentes das orelhas: “Então disse Jacó à sua família, e a todos os que com ele estavam: Tirai os deuses estranhos, que há no meio de vós, e purificai-vos, e mudai as vossas vestes. E levantemo-nos, e subamos a Betel; e ali farei um altar ao Deus que me respondeu no dia da minha angústia, e que foi comigo no caminho que tenho andado. Então deram a Jacó todos os deuses estranhos, que tinham em suas mãos, e as arrecadas que estavam em suas orelhas; e Jacó os escondeu debaixo do carvalho que está junto a Siquém” (Gênesis 35 : 2 – 4).

Pois é, a marca da besta do Apocalipse também está relacionada com a idolatria aberta que é uma afronta contra a santidade e a soberania de Deus e que será obrigatória a todos depois do arrebatamento da igreja. Leiamos com atenção o que diz Apocalipse 13 : 11 -1 8:
11  E vi subir da terra outra besta, e tinha dois chifres semelhantes aos de um cordeiro; e falava como o dragão.
12  E exerce todo o poder da primeira besta na sua presença, e faz que a terra e os que nela habitam adorem a primeira besta, cuja chaga mortal fora curada.
13  E faz grandes sinais, de maneira que até fogo faz descer do céu à terra, à vista dos homens.
14  E engana os que habitam na terra com sinais que lhe foi permitido que fizesse em presença da besta, dizendo aos que habitam na terra que fizessem uma imagem à besta que recebera a ferida da espada e vivia.
15  E foi-lhe concedido que desse espírito à imagem da besta, para que também a imagem da besta falasse, e fizesse que fossem mortos todos os que não adorassem a imagem da besta.
16  E faz que a todos, pequenos e grandes, ricos e pobres, livres e servos, lhes seja posto um sinal na sua mão direita, ou nas suas testas,
17  Para que ninguém possa comprar ou vender, senão aquele que tiver o sinal, ou o nome da besta, ou o número do seu nome.
18  Aqui há sabedoria. Aquele que tem entendimento, calcule o número da besta; porque é o número de um homem, e o seu número é seiscentos e sessenta e seis.


O texto completo fala de uma segunda besta que emerge da terra que é o Anticristo. A primeira besta é uma representação do império romano, hoje representado pelo poder religioso de onde surgirá o Anticristo, mas não falarei disto agora, pois darei ênfase à pessoa do Anticristo (A segunda besta que marcará e perseguirá os homens). Para um melhor esclarecimento dos fatos, vamos ler no livro do profeta Daniel o que fez Nabucodonosor:

Daniel 3 : 4 a 6:
4  E o arauto apregoava em alta voz: Ordena-se a vós, ó povos, nações e línguas:
5  Quando ouvirdes o som da buzina, da flauta, da harpa, da sambuca, do saltério, da gaita de foles, e de toda a espécie de música, prostrar-vos-eis, e adorareis a estátua de ouro que o rei Nabucodonosor tem levantado.
6  E qualquer que não se prostrar e não a adorar, será na mesma hora lançado dentro da fornalha de fogo ardente.

Vamos comparar esta passagem com Apocalipse 13 : 15: “E foi-lhe concedido que desse espírito à imagem da besta, para que também a imagem da besta falasse, e fizesse que fossem mortos todos os que não adorassem a imagem da besta”.
Observe que em ambos os casos a sentença é a morte para que não se sujeitar ao decreto. A diferença da imagem de Nabucodonosor para a imagem da besta é que esta última terá o poder de falar por um espírito que lhe será concedido e assim, condenar aqueles que resistirem seu decreto. É essa imagem da besta que fará com que sejam marcados na fronte e na mão direita os povos, inclusive crentes que aqui ficarem após o arrebatamento e que não terão forças para sustentarem sua fé no Senhor, negando-o. Essa imagem será personificada na pessoa do Anticristo, mas que só será revelado após a igreja ir ao encontro do esposo nas nuvens. Jesus falou desse terrível dia citando o que profetizou Daniel: "Quando, pois, virdes que a abominação da desolação, de que falou o profeta Daniel, está no lugar santo; quem lê, atenda;"  (Mateus 24 : 15).

Então, o que seria essa terrível marca? Seria o chip? Vejamos os versos 16 a 18 de Apocalipse 13:
16  E faz que a todos, pequenos e grandes, ricos e pobres, livres e servos, lhes seja posto um sinal na sua mão direita, ou nas suas testas,
17  Para que ninguém possa comprar ou vender, senão aquele que tiver o sinal, ou o nome da besta, ou o número do seu nome.
18  Aqui há sabedoria. Aquele que tem entendimento, calcule o número da besta; porque é o número de um homem, e o seu número é seiscentos e sessenta e seis.

É certo que a marca ou sinal da besta é de origem humana, pois a besta é o Anticristo e ele será um homem, conhecido como o homem da iniquidade (2Tessalonicenses 2 : 8). Observe que o verso 17 diz sobre essa marca/sinal:
1 – O SINAL de um homem (6)
2 – O NOME de um homem (6)
3 - A MARCA de um homem (6)
TOTAL = 666

 “Aqui há sabedoria. Aquele que tem entendimento calcule o número da besta; porque é o número de um homem, e o seu número é seiscentos e sessenta e seis” (Apocalipse 13 : 18).

Como bem frisei acima, com o testemunho das Escrituras Sagradas, essa marca será imposta pelo Anticristo. Mas, quando o Anticristo virá? Como já foi dito, ele se manifestará após a igreja ser tirada da terra (2Tessalonicenses 2 : 8). Mas creio piamente que não está longe esse dia, pois Paulo, pelo Espírito Santo falou que a vinda do Anticristo seria precedida por uma grande apostasia (2Tessalonicenses 2 : 3). Apostasia significa desvio ou abandono da fé e isso está claramente evidenciado em nossos dias. A fé do cristão deva ser centralizada na pessoa e obra de Jesus que é o autor e consumador de nossa fé (Hebreus 12 : 2). Mas o que vemos acontecer, senão os crentes que professam o Nome de Jesus tomarem um rumo totalmente contrário aquilo que Jesus ensinou? Depositam a fé em objetos supostamente “ungidos” como lenços, canetas, toalhas a até sal grosso. Fazem campanhas diversas; oração mística nos montes; correntes de quebra de maldições, e, principalmente de prosperidade financeira, onde enfatizam a necessidade e confiança no dinheiro, quando afirmam que sem ele não tem como fazer a obra de Deus, ao passo que Jesus declarou abertamente dizendo: “...porque sem mim nada podeis fazer."  (João 15 : 5b). Além disso, uma grande parcela de crentes supervalorizam as estruturas denominacionais (templos), investindo grandes valores em construções, embelezamento e reformas destes em detrimento da verdadeira casa de Deus que são os crentes que muitas vezes não tem o pão de cada dia. Essa é a apostasia que identificaria a vinda do Anticristo na qual a cristandade está mergulhada e ela é resultado da falta da exposição sincera da Palavra de Deus, pois Paulo diz que a fé vem pelo ouvir e ouvir a Palavra de Deus (Romanos 10 : 17).

O Anticristo ainda não se revelou, pois aquele que o detém que é o Espírito Santo na vida dos crentes fiéis, ainda não foi tirado (2Tessalonicenses 2 : 7). No entanto, enquanto esse dia não chega seus arautos, os Anticristos já estão agindo, construindo sua base governamental. Vejamos o que João diz sobre eles:

“Filhinhos, é já a última hora; e, como ouvistes que vem o anticristo, também agora muitos se têm feito anticristos, por onde conhecemos que é já a última hora. Saíram de nós, mas não eram de nós; porque, se fossem de nós, ficariam conosco; mas isto é para que se manifestasse que não são todos de nós” (1João 2 : 18 , 19).



Quanto ao chip, eu creio ser apenas uma maneira de desviar o foco de uma realidade séria, maior e terrível que está por vir, e também que muitas pessoas já estão sendo preparadas para receber esta marca, inclusive dentro das igrejas. E, quando isso acontecer não haverá opção de aceitar ou não aceitar a marca pois será obrigatória sob pena de morte. Apenas os fiéis decidirão não recebê-la e pagar o preço por isso. Eu não quero estar aqui quando esse dia chegar, "Porque Deus não nos destinou para a ira, mas para a aquisição da salvação, por nosso Senhor Jesus Cristo,"  (1Tessalonicenses 5 : 9).

Portanto, vigiemos e preparemos ainda mais nossa vida para irmos ao encontro do Senhor. Amém!

"Como guardaste a palavra da minha paciência, também eu te guardarei da hora da tentação que há de vir sobre todo o mundo, para tentar os que habitam na terra. Eis que venho sem demora; guarda o que tens, para que ninguém tome a tua coroa."  (Apocalipse 3 : 10 , 11).

Reginaldo Barbosa
Santa Bárbara do Pará

quinta-feira, 14 de maio de 2015

Você acredita nas profecias bíblicas?

 
"Quem jamais ouviu tal coisa? Quem viu coisas semelhantes? Poder-se-ia fazer nascer uma terra num só dia? Nasceria uma nação de uma só vez? Mas Sião esteve de parto e já deu à luz seus filhos."  (Isaías 66 : 8).

Hoje, 14 de maio de 2015 é um dia histórico que muitos crentes que aguardam o cumprimento da profecia em relação a vinda de Jesus deveriam lembrar e se alegrar. Há exatamente 67 anos cumpria-se o que foi predito pelo profeta Isaías. É criado o Estado de Israel.
Em relação a esse dia Jesus o apontou como um dos maiores sinais que apontava para a sua iminente volta, que seria o renascimento da figueira, que é Israel renascendo como nação:

Lucas 21 : 29 a 36:
29  E disse-lhes uma parábola: Olhai para a figueira, e para todas as árvores;
30  Quando já têm rebentado, vós sabeis por vós mesmos, vendo-as, que perto está já o verão.
31  Assim também vós, quando virdes acontecer estas coisas, sabei que o reino de Deus está perto.
32  Em verdade vos digo que não passará esta geração até que tudo aconteça.
33  Passará o céu e a terra, mas as minhas palavras não hão de passar.
34  E olhai por vós, não aconteça que os vossos corações se carreguem de glutonaria, de embriaguez, e dos cuidados da vida, e venha sobre vós de improviso aquele dia.
35  Porque virá como um laço sobre todos os que habitam na face de toda a terra.
36  Vigiai, pois, em todo o tempo, orando, para que sejais havidos por dignos de evitar todas estas coisas que hão de acontecer, e de estar em pé diante do Filho do homem.

Segundo Moisés, uma geração é de 70 anos: "Os dias da nossa vida chegam a setenta anos, e se alguns, pela sua robustez, chegam a oitenta anos, o orgulho deles é canseira e enfado, pois cedo se corta e vamos voando."  (Salmos 90 : 10). A geração que se referiu Jesus passou a ser contado a partir de 14 de maio de 1948, portanto, estamos vivendo essa geração que hoje completa 67 anos

“Ora, quando estas coisas começarem a acontecer, olhai para cima e levantai as vossas cabeças, porque a vossa redenção está próxima”. (Lucas 21 : 8).


Reginaldo Barbosa.
Santa Bárbara do Pará

segunda-feira, 23 de março de 2015

A Igreja e a Lei de Deus - Subsídio da lição nº 13


Texto Áureo:
“Anulamos, pois, a lei pela fé? De maneira nenhuma, antes estabelecemos a lei” (Romanos 3 : 31).

Verdade Prática:

O Senhor Jesus definiu de maneira clara a relação entre o Antigo e Novo Testamento, entre a Lei eo Evangelho.

INTRODUÇÃO

No decorrer deste trimestre, aprendemos que a Lei de Deus não se resume apenas ao decálogo, mas é todo o conjunto de 613 preceitos que se encontram no Pentateuco, isto é, nos cinco livros escritos por Moisés, também conhecidos como os livros da lei que são: Gênesis, Êxodo, Levítico, Números e Deuteronômio. Muito embora alguns teólogos tenham dividido a lei em moral, cerimonial, civil e outros, contudo na bíblia não encontramos essa divisão. O que encontramos são os princípios morais, cerimoniais, civis, de saúde e outros que compõe toda a lei, mas a lei em sí é una e santa, pois foi estabelecida por Deus que é santo. Faz-se necessário saber que quem formou a bíblia como a temos hoje foi a igreja romana, e também foi ela quem inicialmente fez essa divisão na lei, além de mudar alguns mandamentos, como o sábado para o domingo e o dízimo que na lei era alimento para dinheiro na atualidade. Os que seguem essa tradição romana da divisão da lei, o fazem para assegurar a observância de alguns mandamentos que julgam serem necessários ao ser humano como a abstinência de alguns alimentos, a guarda do dia de sábado e a cobrança do dízimo como essencial a manutenção do serviço religioso.

É necessário também avisar os crentes que fazem isso que as Escrituras dizem que: "Todos aqueles, pois, que são das obras da lei estão debaixo da maldição; porque está escrito: Maldito todo aquele que não permanecer em todas as coisas que estão escritas no livro da lei, para fazê-las." (Gálatas 3 : 10). Alguns que observam uns mandamentos em detrimento dos demais tentam se justificar afirmando que o que foi abolida foi somente a lei cerimonial que consistia em festas e sacrifícios, enquanto que a lei moral contida nos dez mandamentos continua eterna, por ter sido escrita pelo dedo de Deus. Outros ainda vão mais longe dividindo a lei em LEI DE DEUS e LEI DE MOISÉS. Os tais afirmam que os dez mandamentos são a lei de Deus e os demais 603 preceitos são a lei de Moisés, quais foram abolidos. Mas Tiago, o irmão do Senhor confirma o que o apóstolo dos gentios falou em Gálatas 3 : 10: "Porque qualquer que guardar toda a lei, e tropeçar em um só ponto, tornou-se culpado de todos." (Tiago 2 : 10). Toda a lei aqui é todo o conjunto de 613 preceitos, incluindo os dez mandamentos e nenhum foi abolido, mas cumprido.

A lei foi dada diretamente a Moisés no Monte Sinai, mas este não a dividiu. Jesus, o filho de Deus que veio para cumpri-la também não a dividiu e, quando Ele, nos seus ensinos se referia à lei, falava dela como um todo. Vamos aprender nesta lição que nenhuma lei foi abolida, mas continua em vigor até porque ela foi dada a um povo específico que são os judeus que enquanto o céu e a terra não passam, deverão observá-las. A lei foi estabelecida como uma aliança entre Deus e Israel, com o fim de fazer de Israel o povo peculiar e exclusivo de Deus: "Agora, pois, se diligentemente ouvirdes a minha voz e guardardes a minha aliança, então sereis a minha propriedade peculiar dentre todos os povos, porque toda a terra é minha." (Êxodo19 : 5). "Disse mais o SENHOR a Moisés: Escreve estas palavras; porque conforme ao teor destas palavras tenho feito aliança contigo e com Israel." (Êxodo 34 : 27).

I – O QUE SIGNIFICA CUMPRIR A LEI?

1-Completar a revelação; Cumprimento das profecias e O centro das Escrituras:

Jesus disse que não veio abolir a lei, mas cumpri-la (Mateus 5 : 17 -19). De fato, as Escrituras e a lei não teriam nenhum sentido se Cristo não tivesse vindo ao mundo. Ele é o centro e o cumprimento de toda profecia relacionada à salvação encontrada na Bíblia desde Gênesis a Apocalipse. Em Gênesis encontramos a primeira promessa de redenção relacionada a Jesus: "E porei inimizade entre ti e a mulher, e entre a tua semente e a sua semente; esta te ferirá a cabeça, e tu lhe ferirás o calcanhar." (Gênesis 3 : 15). Em Apocalipse que encerra o cânon sagrado da revelação, o próprio Jesus fala de sí mesmo dizendo: "Eu sou o Alfa e o Ômega, o princípio e o fim, o primeiro e o derradeiro." (Apocalipse 22 : 13). Toda a vida de Jesus desde o seu nascimento foi em função do cumprimento da lei. Paulo aos Gálatas diz: “Mas, vindo a plenitude dos tempos, Deus enviou seu Filho, nascido de mulher, nascido sob a lei, Para remir os que estavam debaixo da lei, a fim de recebermos a adoção de filhos” (Gálatas 4 : 4 , 5).

Toda a lei composta de 613 preceitos tornara se impossível a um mortal comum observá-la na sua totalidade. Na carta aos romanos, Paulo explica o porquê dessa impossibilidade: "Porque bem sabemos que a lei é espiritual; mas eu sou carnal, vendido sob o pecado." (Romanos 7 : 14). Logo, somente alguém plenamente espiritual e sem pecado poderia cumpri-la em lugar do pecador. Jesus foi esse homem que além de espiritual, também era da linhagem israelita, isto é era um judeu. E, como um judeu, cujo povo a quem foi dada a lei pode cumpri-la na sua totalidade. Quando o Senhor ressuscitou de entre os mortos e apareceu aos discípulos, disse: "E disse-lhes: São estas as palavras que vos disse estando ainda convosco: Que convinha que se cumprisse tudo o que de mim estava escrito na lei de Moisés, e nos profetas e nos Salmos." (Lucas 24 : 44). A lei de Moisés citada aqui por Jesus é a própria lei de Deus, pois não há divisão ou diferença de ambas. Ao cumprir a lei, Jesus pagou toda a dívida que essa nos induzia: "Havendo riscado a cédula que era contra nós nas suas ordenanças, a qual de alguma maneira nos era contrária, e a tirou do meio de nós, cravando-a na cruz." (Colossenses 2 : 14). Aleluia!

Quanto ao cumprimento da lei, explicarei com mais detalhes nos seguintes tópicos.

II-O SENHOR JESUS VIVEU A LEI.

Preceitos cerimoniais; Preceitos civis e Preceitos morais.

O que são preceitos senão a própria lei em sí?  Tomo como exemplo o texto a seguir que fala de Zacarias e sua esposa Isabel, que esclarece essa verdade: "E eram ambos justos perante Deus, andando sem repreensão em todos os mandamentos e preceitos do Senhor." (Lucas 1 : 6). Discordar de quem defende a divisão da lei em moral, cerimonial e civil, e afirmar que o que existe são preceitos morais, cerimoniais e civis dá no mesmo. O que existe é claro, são princípios inseridos dentro de toda a lei. É, no cumprimento da lei, Jesus, por seu judeu precisou observá-la, obedecendo aos seus princípios, tanto cerimonial, como civil e moral. Vejamos a seguir:

Segundo a lei, Jesus foi circuncidado, obedecendo aos princípios cerimoniais da lei: Como foi dito acima, Jesus nasceu sob a lei (Gálatas 4 : 4). Oito dias após nascido, Jesus foi circuncidado conforme a lei exigia. “E, quando os oito dias foram cumpridos, para circuncidar o menino, foi-lhe dado o nome de Jesus, que pelo anjo lhe fora posto antes de ser concebido” (Lucas 2 : 21). Segundo a lei, Jesus foi levado ao templo quando os dias da purificação de sua mãe Maria se completaram que era de 40 dias. Alí ele foi apresentado conforme a lei exigia e também foi dado uma oferta pela purificação de sua mãe. Por serem pobres essa oferta foi um par de rolas ou dois pombinhos:  “E, cumprindo-se os dias da purificação dela, segundo a lei de Moisés, o levaram a Jerusalém, para o apresentarem ao Senhor  (Segundo o que está escrito na lei do Senhor: Todo o macho primogênito será consagrado ao Senhor); E para darem a oferta segundo o disposto na lei do SENHOR: Um par de rolas ou dois pombinhos” (Lucas 2 : 22 – 24).

O que dizia a lei sobre o primogênito: "Porque todo o primogênito é meu; desde o dia em que tenho ferido a todo o primogênito na terra do Egito, santifiquei para mim todo o primogênito em Israel, desde o homem até ao animal: meus serão; Eu sou o SENHOR."  (Números 3 : 13)  O que lei dizia sobre a oferta de purificação da mãe: "E, quando forem cumpridos os dias da sua purificação por filho ou por filha, trará um cordeiro de um ano por holocausto, e um pombinho ou uma rola para expiação do pecado, diante da porta da tenda da congregação, ao sacerdote."  (Levítico 12 : 6). Eu fiz questão de enfatizar que a oferta era dada pela purificação da mãe e não pela apresentação da criança, porque há igrejas que cobram ofertas por apresentação de crianças, como também oferta de santificação por cada de primogênito nascido. Isto fazem, sob a alegação que se está escrito na bíblia é para se obedecer.

Quando adulto Jesus realizou milagres, curando, libertando e ressuscitando. Mas no tocante a cura de leprosos, Jesus ao curá-los ordenava que esses fossem ao templo apresentar-se ao sacerdote, pois a lei assim dizia: “Quando no homem houver praga de lepra, será levado ao sacerdote” (Levítico 13 : 9 ; Mateus 8 : 2 - 4).

Eu poderia citar muitos outros exemplos de cumprimento da lei por Jesus como: participação dos festejos dos judeus, como páscoa, tabernáculos, pentecostes e outros. Mas quero encerrar este tópico, falando da morte do Salvador que foi no cumprimento da lei. Em Romanos 6 : 23, Paulo diz: "Porque o salário do pecado é a morte, mas o dom gratuito de Deus é a vida eterna, por Cristo Jesus nosso Senhor." Em 1Corintios 15 : 56, reitera que: "Ora, o aguilhão da morte é o pecado, e a força do pecado é a lei." Sabemos perfeitamente que Jesus não tinha pecados, mas, pela lei que exigia a morte do pecador, Ele precisou morrer para pagar o salário de nossos pecados.

Na lei, Deus determinou um ritual para a purificação do pecador, onde um animal puro, sem manchas e sem defeito era levado para ser sacrificado no altar por expiação pelo pecado do homem (Levítico 4 : 28 -35). Como um cordeiro para expiar nossos pecados definitivamente, Jesus foi sacrificado no altar da cruz (Marcos 15 : 32). Na carta aos Hebreus diz: "E quase todas as coisas, segundo a lei, se purificam com sangue; e sem derramamento de sangue não há remissão." (Hebreus 9 : 22). O sangue de Jesus derramado na cruz foi para cumprir a lei (Levítico 4 : 5 – 7). Na lei, o animal morto em expiação dos pecados deveria ser queimado fora do arraial (Levítico 9 : 11). Jesus, como sacrifício perfeito foi morto fora do arraial, isto é fora das portas de Jerusalém: “E por isso também Jesus, para santificar o povo pelo seu próprio sangue, padeceu fora da porta. Saiamos, pois, a ele fora do arraial, levando o seu vitupério” (Hebreus 13 :  1 , 12). Enfim, Jesus viveu a lei e a cumpriu em sua totalidade. E quanto aos privilégios que Jesus na sua morte transferiu de Israel à igreja (Mateus 21 : 43), dizem respeito a missão de anunciar o seu evangelho a toda a criatura, coisa que até os anjos anelaram fazer (1Pedro 1  : 12).

 III - A LEI NÃO PODE SER REVOGADA

Jesus revela seu pensamento; Até que o céu e a terra passem e O menor mandamento:

Aqueles que pensam que uma parte da lei foi abolida e outra não precisam rever seus conceitos, pois Jesus foi bem claro quando disse que enquanto os céus e a terra não passarem, nenhum jota ou um til se omitirá da lei sem que tudo se cumpra (Mateus 5 : 18). Interessante que somente Mateus registra esta afirmação de Jesus. O motivo: Mateus escreveu seu evangelho aos judeus, povo que tem até hoje a obrigação de observar a lei. No entanto, se a lei não pode ser revogada, também não pode ser adaptada ou mudada, como alguns querem. Quanto a esse fato, Jesus também foi incisivo quando disse: "Qualquer, pois, que violar um destes mandamentos, por menor que seja, e assim ensinar aos homens, será chamado o menor no reino dos céus; aquele, porém, que os cumprir e ensinar será chamado grande no reino dos céus." (Mateus 5 : 19). Não obstante essa advertência do próprio Senhor, a lei não só foi mudada, como também adaptada para atender os interesses de uns poucos. E o pior é que tais preceitos que são puramente humanos são ensinados nas igrejas tal qual os fariseus faziam, invalidando assim os mandamentos de Deus, pelas suas tradições (Marcos 7 : 9).

Sabemos que a lei não pode ser revogada, mas no evangelho escrito por Lucas, temos um texto que parece contradizer este ponto. O texto é esse: "A lei e os profetas duraram até João; desde então é anunciado o reino de Deus, e todo o homem emprega força para entrar nele." (Lucas 16 : 16). Na verdade, Lucas parece contradizer Mateus 5 : 17 que disse: "Não cuideis que vim destruir a lei ou os profetas: não vim ab-rogar, mas cumprir."  (Mateus 5 : 17). Alguns cristãos se valem de Lucas 16 : 16, para afirmarem que a lei não está mais em vigor, enquanto que os céticos e opositores da Bíblia aproveitam textos como estes para criticar a bíblia como contraditória e cheia de erros. Mas, o que Jesus quis dizer no evangelho de Lucas 16 : 16? Estava Jesus a dizer que a lei e os profetas só valeram até João o Batista e que depois dele ambos não têm mais nenhum valor? É lógico que não! Crer nessa tese é afirmar também que não existem mais profetas na graça. Mas, para entender isso, vamos nos valer da exegese e retroceder alguns capítulos do evangelho de Lucas. No capítulo 7 está escrito: "E eu vos digo que, entre os nascidos de mulheres, não há maior profeta do que João o Batista; mas o menor no reino de Deus é maior do que ele." (Lucas 7 : 28). Jesus estava afirmando que João o Batista foi o último dos profetas veterotestamentários.

João o Batista foi o último dos profetas do antigo concerto a profetizar na Lei, porém, foi o mais privilegiado de todos, porque preparou o caminho para o Salvador. O evangelista Lucas enfatizou no primeiro capítulo de seu evangelho que João o Batista veio na virtude e no poder de Elias, um dos profetas mais contundentes do antigo concerto: "E irá adiante dele no espírito e virtude de Elias, para converter os corações dos pais aos filhos, e os rebeldes à prudência dos justos, com o fim de preparar ao Senhor um povo bem disposto." (Lucas 1 : 17). A tradução King James, sobre Lucas 16 : 16 diz: “A Lei e os Profetas PROFETIZARAM até João. Dessa época em diante estão sendo pregadas as Boas Novas do reino de Deus, e todos tentam conquistar sua entrada no Reino”. A carta aos Hebreus que foi escrita aos judeus que se convertiam ao evangelho da graça, fala disso: "Havendo Deus antigamente falado muitas vezes, e de muitas maneiras, aos pais, pelos profetas, a nós falou-nos nestes últimos dias pelo Filho," (Hebreus 1 : 1). É bom compreender que muito embora os evangelhos façam parte do compendio do Novo Testamento, este só teve início após a morte de Jesus, como diz as Escrituras: “Porque onde há testamento, é necessário que intervenha a morte do testador. Porque um testamento tem força onde houve morte; ou terá ele algum valor enquanto o testador vive?” (Hebreus 9 : 16, 17). Resumindo: a Lei não foi abolida em João o Batista e nem os profetas.

Em algumas das lições que passamos, foi falado a respeito da adaptação de certos mandamentos à graça. Porém, nada da Lei foi adaptado a graça e sim cumprido. Jesus ao cumprir a lei nos deu um NOVO MANDAMENTO. "Um novo mandamento vos dou: Que vos ameis uns aos outros; como eu vos amei a vós, que também vós uns aos outros vos ameis." (João 13 : 34). Ele mesmo disse: "Destes dois mandamentos dependem toda a lei e os profetas." (Mateus 22 : 40). Paulo confirma as Palavras do Senhor dizendo: "Na sua carne desfez a inimizade, isto é, a lei dos mandamentos, que consistia em ordenanças, para criar em si mesmo dos dois um novo homem, fazendo a paz," (Efésios 2 : 15).

IV-A LEI E O EVANGELHO

O papel da Lei; Jesus e Moisés estão do mesmo lado e A Justiça dos fariseus

"Sabendo que o homem não é justificado pelas obras da lei, mas pela fé em Jesus Cristo, temos também crido em Jesus Cristo, para sermos justificados pela fé em Cristo, e não pelas obras da lei; porquanto pelas obras da lei nenhuma carne será justificada." (Gálatas 2 : 16). É bom salientar que as obras da lei são diferentes das obras de misericórdia, qual Tiago ensina ser essências acompanharem nossa fé (Tiago 2 : 24). Obras essas que justificam a nossa fé. Mas, o que seria essas obras da lei? Todas aquelas ordenanças que quando a lei foi promulgada no Sinai, foram nela inseridas. Até mesmo os mandamentos que Deus deu antes da lei, como a observância do dia de sábado e a circuncisão, passaram a ser obra da lei, quando esta passou a vigorar. Em Neemias 10 : 28 a 39 é citado uma lista de ordenanças que são obras da lei, onde algumas delas são praticadas e ensinadas na igrejas cristãs, justamente por haverem sido adaptadas à graça, sem consentimento do seu autor. Na carta aos Gálatas, que é considerada por muitos cristãos, como a carta magna da liberdade dos crentes, Paulo diz que: “...a lei nos serviu de aio, para nos conduzir a Cristo, para que pela fé fôssemos justificados."  (Gálatas 3 : 24). Isto é, o papel da lei foi preparar o caminho para a chegada do Messias que é o autor e consumador de nossa fé (Hebreus 12 : 2).

Jesus e Moisés estão do mesmo lado. A respeito de Jesus, Moisés falou: “O SENHOR teu Deus te levantará um profeta do meio de ti, de teus irmãos, como eu; a ele ouvireis” (Deuteronômio 18 : 15). Moisés, como profeta que teve o privilégio de falar face a face com Deus, sabia que a lei que ele como medianeiro deu ao povo de Israel era transitória (2Corintios 3 : 7). Deus lhe revelara que a lei teria o seu cabal cumprimento na vida de Seu unigênito filho, que remiria os crentes de debaixo do jugo da lei (Gálatas 4 : 5). No cumprimento da lei, conforme já expliquei acima, Jesus falou de Moisés, ordenando que os judeus atentassem para aquilo que Moisés havia designado em lei, como a oferta pela purificação do leproso: "Disse-lhe então Jesus: Olha, não o digas a alguém, mas vai, mostra-te ao sacerdote, e apresenta a oferta que Moisés determinou, para lhes servir de testemunho." (Mateus 8 : 4), bem como aconselhou aos escribas e fariseus continuarem entregando os seus dízimos, conforme Moisés havia determinado em lei que era em produtos da terra e não em dinheiro (Mateus 23 : 23 ; Lucas 11 : 42).

E, quanto a nossa justiça exceder a dos escribase dos fariseus, não significa fazer o que os fariseus faziam ou além do que faziam, como muitos supõe. É fazer exatamente o contrário, pois os fariseus não eram justos e sim hipócritas. Basta uma leitura atenciosa no capítulo 23 de Mateus e entender como agiam. No verso 3 Jesus aconselha seus discípulos: “Todas as coisas, pois, que vos disserem que observeis, observai-as e fazei-as; mas não procedais em conformidade com as suas obras, porque dizem e não fazem” (Mateus 23 : 3). Entre outras coisas, os escribas e fariseus, quando faziam alguma obra era com o intuito de serem vistos pela sociedade (verso 5); gostavam de serem reconhecidos pelos títulos eclesiásticos (verso 6); pelo legalismo exacerbado fechava a porta do reino dos céus às pessoas (verso 13); visitavam as viúvas e cobravam pelas longas orações que faziam (Verso 13); davam o dízimo que a lei exigia, mas não exerciam misericórdia, justiça e fé (verso 23). Enfim, nada do que faziam contava com a aprovação do Senhor, por isso, Jesus disse: "Porque vos digo que, se a vossa justiça não exceder a dos escribas e fariseus, de modo nenhum entrareis no reino dos céus." (Mateus 5 : 20).
                                
CONCLUSÃO

"Concluímos, pois, que o homem é justificado pela fé sem as obras da lei." (Romanos 3 : 28). A fé cristã não é contra a lei, mas entende que ela exerceu o seu papel que foi servir de tutor até a chegada Cristo que nos justificou pela fé, sendo Ele próprio o autor e consumador desta (Gálatas 3 : 24 ; Hebreus 12 : 2) . A lei não foi revogada, mas continua em pleno vigor, mas para o povo a quem foi dada – Os judeus. A Lei veio revelar o pecado, mas não trouxe a solução, mas Cristo sim, pela graça. E, quanto à igreja, o próprio Espírito Santo conduziu os primeiros líderes a tomarem uma decisão bastante importante no que concerne as obras da lei, conforme está no capítulo 15 do livro de Atos:

“Agora, pois, por que tentais a Deus, pondo sobre a cerviz dos discípulos um jugo que nem nossos pais nem nós pudemos suportar? Mas cremos que seremos salvos pela graça do Senhor Jesus Cristo, como eles também... Por isso julgo que não se deve perturbar aqueles, dentre os gentios, que se convertem a Deus.Mas escrever-lhes que se abstenham das contaminações dos ídolos, da prostituição, do que é sufocado e do sangue. Porque Moisés, desde os tempos antigos, tem em cada cidade quem o pregue, e cada sábado é lido nas sinagogas... Na verdade pareceu bem ao Espírito Santo e a nós, não vos impor mais encargo algum, senão estas coisas necessárias: Que vos abstenhais das coisas sacrificadas aos ídolos, e do sangue, e da carne sufocada, e da prostituição, das quais coisas bem fazeis se vos guardardes. Bem vos vá” (Atos 15 : 10 ,11 ; 19 – 21; 28 , 29).

A igreja do Senhor é salva pela graça sem as obras da Lei. Porém, existem alguns que por falta de conhecimento acham que devem cumprir alguns cerimoniais da lei que é próprio dos judeus. A estes que não são judeus, mas que se passam por judeus, Jesus os chama de Sinagoga de Satanás (Apocalipse 2 : 9 ; 3 : 9).

"Cristo nos resgatou da maldição da lei, fazendo-se maldição por nós; porque está escrito: Maldito todo aquele que for pendurado no madeiro;"  (Gálatas 3 : 13)


Em Cristo,

Reginaldo Barbosa

Santa Bárbara do Pará.