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terça-feira, 29 de março de 2011

DEIXADOS PARA TRÁS?

Depois nós, os que ficarmos vivos, seremos arrebatados juntamente com eles nas nuvens, a encontrar o Senhor nos ares, e assim estaremos sempre com o Senhor." (I Tessalonicenses 4 : 17) 

Que Jesus vai voltar e arrebatar o seu povo escolhido é uma verdade irrefutável e que ao longo da história da igreja, tem sido a sua maior esperança e conforto nos mementos de angústia e perseguição. Mas, será que o arrebatamento começou e de uma forma tão diferente como as Sagradas Escrituras nos descrevem?

Dois fatos recentemente acontecidos tem chamado a atenção do mundo em relação a este assunto:

FAMÍLIA DE EVANGÉLICOS DESAPARECE E DEIXA RECADO QUE SERIAM ARREBATADOS POR JESUS
Uma família do Jardim Campanário, em Diadema, desapareceu no último dia 14. Conhecidos entre amigos e parentes pelo fanatismo religioso, Pedro José Dias, a esposa Antonia Aparecida Gomes e os dois filhos, Henrique Gomes Dias e Thais Gomes Dias, teriam rasgado dinheiro e cortado todos os documentos antes de partir.

De acordo com o depoimento de um amigo que preferiu não se identificar, o comportamento de Pedro se modificou há cerca de seis meses, depois que mudou de religião e teve acesso a um DVD sobre o fim dos tempos. "Convencido pelo irmão, Pedro se tornou evangélico e passou a frequentar cultos na Praça da Sé," conta. O irmão citado pelo amigo de Pedro é José Dias, que também está desaparecido.

O amigo também contou que Pedro e José não frequentavam nenhuma igreja específica, "pois a Bíblia diz que Jesus não pertencia a nenhum templo". O amigo disse ter participado de duas reuniões na casa de José Dias, apenas por curiosidade, mas não sabe definir ao certo a religião. "Eles pregavam muito o apocalipse. Afirmavam a todo o momento que o fim estava próximo e iram se salvar somente os que largassem tudo", afirmou.

Aparecido Gomes, irmão de Antonia, conta que ele e sua esposa foram os últimos a ver a família. "Tentamos convencê-los a não irem embora, mas minha sobrinha dizia para deixarmos o grupo seguir seu rumo", afirma. "Eles estavam fanáticos, principalmente o meu cunhado. Não faço a ideia do que pode ter acontecido."

Gomes disse ainda que, segundo eles, o arrabatamento aconteceria no dia 14, às 14h, e que, antes de partirem, a irmã, o cunhado e os sobrinhos realizaram uma ceia. "Minha sobrinha mais velha, que não seguiu o resto da família, falou que, na ocasião, eles até tomaram um líquido, algo como um chá ou água benta."Cunhada de Pedro José Dias, Maria de Oliveira também relatou que o comportamento do cunhado se alterou nos últimos meses. "Ele era uma pessoa muito boa, além de ser um grande pai de família. Porém, esse fanatismo alterou muito seu jeito de ser," declarou.
 
fonte:
 
FAMÍLIA EVANGÉLICA BRASILEIRA DESAPARECE MISTERIOSAMENTE NOS ESTADOS UNIDOS.
 
Há dois meses, uma família brasileira que vive nos Estados Unidos sumiu sem deixar pistas. Um casal de catarinenses, com um filho de sete anos, desapareceu no estado de Nebraska. A última vez em que eles foram vistos foi em 17 de dezembro, na escadaria de um prédio.

Quase dois meses depois, o furgão que Vanderlei Szczepanik usava e o carro de Jaqueline estão no mesmo lugar. A família tinha dois outros carros, que acabam de ser encontrados pela polícia.

Os investigadores já pensaram que pudesse ser assassinato, mas não há pistas. Nenhum corpo foi encontrado. Eles questionam o paradeiro da família, que pode também ter fugido da cidade. Tudo o que a polícia sabe até agora é que o desaparecimento da família brasileira é um grande mistério.

Treinamento para missionários

O lugar que os Szczepanik escolheram para viver é uma cidade sem graça no meio-oeste dos Estados Unidos. Para maioria dos brasileiros, Omaha seria só mais um ponto desconhecido na geografia americana.

Mas, há quatro anos, a Igreja Ministério do Belém – um braço da Assembléia de Deus nos Estados Unidos – precisava de alguém para transformar uma velha escola em um centro de treinamento para missionários.

Em junho de 2005, Vanderlei e a família trocaram o sol de Miami pelo gelo de Omaha. O filho Christopher foi matriculado em uma boa escola. Mas Jaqueline se sentia sozinha. A colombiana Amélia, uma das melhores amigas, lembra que ela vivia com saudade do Brasil.

A família morava em uma parte da escola que está interditada pela polícia. São três prédios. Além do principal, existe um ginásio e um edifício anexo, onde o Fantástico entrou.

Crise

Vanderlei transformou salas de aula em dormitórios. Montou cozinhas, banheiros, encanamentos. Mas, há dois anos, a reforma parou. “Quando a crise começou, não aguentamos continuar a construção. Mas continuamos pagando o Vanderlei”, afirma o presidente da igreja em Miami, o pastor Joel Costa.

Com tempo de sobra, Vanderlei investia na própria empresa de construção. Contava com dois funcionários fixos e alguns temporários. No dia em que foi visto pela última vez, ele esteve com os funcionários na obra de um casarão que tinha acabado de comprar.

O arquiteto Steve Eavens costumava caçar com o brasileiro e diz que Vanderlei saberia se defender, mas andava preocupado. Steve levanta suspeitas: “Ele tinha bons contratos. Acredito que algum funcionário invejoso os ameaçou e que eles estão escondidos”.

Carlos Oliveira, o funcionário brasileiro que dividia o gigantesco prédio com a família Szczepanik, foi interrogado pela polícia. Pelas inúmeras portas e janelas da propriedade, o Fantástico tentou contato com ele, mas Oliveira nunca respondeu.

A chefe das investigações disse que não encontrou sinais de violência e que a família brasileira provavelmente saiu de casa planejando voltar.

Conta ativa

A neve acumulada, praticamente sem marcas, é o maior sinal de abandono na antiga escola que também servia de casa pra família brasileira. Lá dentro, a polícia encontrou frutas apodrecidas sobre a mesa, um computador ligado ainda depois de algumas semanas, e quatro cheques em nome de Vanderlei Szczepanik que nunca foram depositados no banco.

No Brasil, a filha de Jaqueline disse que teria havido movimentação na conta bancária do padrasto. “Como a conta foi movimentada, podem estar sendo extorquindos”, comenta Tatiane Klein, que viaja nesta segunda-feira (15) para os Estados Unidos para acompanhar as investigações.

Tatiane vai encontrar um mistério a cada dia maior. Os celulares de Jacqueline e Vanderlei continuam ativos. “Eu liguei várias vezes para ela no Natal e continuo ligando até hoje, porque alguém está recebendo as mensagens. Então, eu continuo ligando”, diz a amiga Amélia.
 
Fonte:

Creio que pra isso haverá uma explicação coerente, pois a Palavra de Deus é fiel e eu sei em quem tenho crido.

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