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sábado, 18 de dezembro de 2010

OUTDOORS EM CIDADES AMERICANAS MARCAM DATA PARA A VOLTA DE JESUS EM MAIO DE 2011

  Mas daquele dia e hora ninguém sabe, nem os anjos do céu, mas unicamente meu Pai.
Cartaz americano marcando ao dia da volta de Jesus
Dr. Thomas B. Slater, professor de Novo Testamento na Faculdade de Teologia da Universidade McAfee Mercer, disse que os cartazes afirmando que Jesus voltará em 21 de maio de 2011, estão inerentemente “equivocados.”

Como a maioria dos Cristãos, Slater acredita que, embora o retorno de Jesus seja ensinado na Bíblia, ninguém pode saber o dia nem hora para além de Deus.

“O fim dos tempos é algo que todos nós esperamos e esperamos e esperamos, mas a maioria dos Cristãos não estão no negócio de tentar prever essa data. Eles estão trabalhando para essa data,” disse Slater ao The Christian Post.

Os outdoors recentemente começaram a aparecer em Omaha, Detroit e Nashville. Um grupo da Carolina do Norte planeja 50 painéis planos para impactar o metrô de Atlanta esta semana e as campanhas em outras cidades em dezembro.

Os anúncios temáticos de Natal com imagens dos três reis magos e a estrela de Belém diz às pessoas que “Ele está voltando.”

Allison Warden, cuja família dirige o website WeCanKnow.com, aponta para 1 Tessalonicenses 5:4, onde ele afirma: “Mas vós, irmãos, não estais em trevas, para que aquele dia vos surpreenda como um ladrão” para justificar a sua campanha.
 
Warden e sua família são seguidores de Harold Camping, conhecido por seus ensinamentos controversos em sua estação de Rádio da Família em todo o mundo, que patrocinou os outdoors, em Nashville.

Camping, que ensina as pessoas a deixarem suas Igrejas antes da data final, diz que ele chegou ao 21 de maio de 2011, por meio de um cálculo matemático demonstrando naquele dia para ser exatamente 7000 anos desde o dilúvio de Noé.

Tentar prever o fim do mundo não é apenas anti-bíblico, de acordo com Slater, mas anti-cristão. Ele observou que, ao tentar viver de acordo com o conhecimento, o ensino do grupo parece mais com o agnosticismo que o Cristianismo.

“Eu acho que as pessoas são sinceras, mas elas também estão cometendo um erro grave,” disse ele. “Eles estão tentando substituir viver pela fé com a viver pelo conhecimento. Conhecimento, mas de quando o mundo acabar não pode substituir o poder de viver pela fé.”
 
“Jesus disse a seus discípulos que eles não devem ficar preocupados com o fim do mundo, mas eles deveriam estar preocupados sobre como tornar o mundo um lugar melhor. Essas pessoas estão fazendo exatamente o oposto.”
 
Slater referiu Mateus 25 onde Jesus diz que os justos são aqueles que alimentam o olhar faminto, depois dos doentes, visitar os presos.
 
“Em cada oportunidade todos os Cristãos devem ajudar outras pessoas,” disse o estudioso do Novo Testamento. “Nós não devemos deixar de ser salvos. Devemos ajudar as pessoas continuamente ao longo da vida, porque nós nos movemos em direção à santificação. Não significa que conseguimos chegar lá, mas estamos sempre lutando para chegar lá.”
 
Se 21 de maio vai e vem, acrescentou Slater, os outdoors vão afastar mais pessoas do Cristianismo, se já não o fizeram.

“Isso fará com que outras pessoas olham para eles e dizer:” Todos os Cristãos são tolos como eles,” disse Slater.
 
Na verdade, a data do “Fim” já veio e se foi. Em Setembro de 1994, Camping previu que o arrebatamento aconteceria. Mas depois ele
 disse que cometeu um erro matemático.disse que cometeu um erro matemático.disse que cometeu um erro matemático.

Slater está preocupado que no dia seguinte, o grupo vai novamente dizer que calculou mal e marcar uma outra data.

“Este é um fenômeno recorrente que aconteceu várias vezes quando há algum tipo de crise social, por exemplo, a nossa atual crise econômica.”

“Nós vivemos em uma época onde cerca de 20 anos, tivemos uma economia movimentada e agora nós estamos lutando,” comentou ele. “As pessoas estão buscando respostas em lugares diferentes e formas diferentes.”

Mas 21 de maio é muito significativo em pelo menos um caminho, observou Slater.

“É a data de aniversário dos meus pais e aniversário da minha tia,” disse ele. “Na minha família, ele tem muito poder.”
 
Fonte: Christian Post










quarta-feira, 17 de novembro de 2010

CAMPANHA NAS IGREJAS, UMA FORMA DE BARGANHAR COM DEUS?

Há 25 anos deixei o catolicismo romano e me tornei evangélico, membro da Assembléia de Deus. Igreja que amo e respeito pela maneira como a liderança se preocupa em preservar a doutrina e os bons costumes que realmente fazem a diferença na vida daqueles que foram chamados e escolhidos para realizar a obra missionária.

Ao longos destes anos, aprendi com meus professores de escola dominical e pastores que a verdadeira adoração a Deus, provém de um coração contrito e especialmente agradecido pelo grande amor com que Deus revelou por nós na pessoa de seu filho Jesus. A bíblia também me ensina que a obediência é muito melhor que qualquer outro tipo de sacrifício (1Sm 15.22), acompanhada da minha fé, pela qual, sem ela, eu jamais poderei agradar a Deus (Hb 11.6).

Não somos melhores que ninguém, mas eu e minha família aprendemos a servir a Deus dessa maneira e, faça sol ou faça chuva, estamos sempre alegres trabalhando na seara do Mestre e por Ele, sendo recompensados, pois digno é o obreiro de seu salário (Lc 10.7). Contudo, algo me deixa um pouco triste e até mesmo constrangido, quando observo dentro de minha própria igreja, crentes desprovidos de qualquer sentimento de gratidão ao Senhor e que vão à igreja como se fosse uma mera obrigação ou um ritual.

Na Escola Dominical e nos cultos de oração é contado o número de crentes que participam. Ainda que convidemos e os incentivemos, sempre é aquela minima porcentagem que sempre vem, porque também aprendeu o que é ser um verdadeiro adorador. Esse pequeno número tem aprendido que um coração quebrantado e contrito não é por Deus desprezado.
Estou falando isso, porque agora, quero me referir as "campanhas" que são realizadas nas nossas igrejas, como uma maneira de atrair os fiéis que não mais frequentam os cultos. E, na verdade funciona, principalmente quando se adota um tema impactante, principalmente voltado a necessidade do povo, como "vitórias", "bênçãos", "quebra de maldições"  e "prosperidade". Os templos lotam, sem quase espaço para os que costumeiramente participam dos cultos. Não sou contra quem faz isso, mas observando que quando termina o período de campanha, tudo volta a ser como era antes e nem mesmo aqueles que foram abençoados voltam para agradecer aquele que os abençoou.

Outro fator que chama a atenção nas campanhas e que os participantes transformam o culto em uma espécie de reunião mística, onde nenhum dos elementos podem ser quebrados, como se a resposta de Deus dependesse de tais artificios humanos. Para isso, atêm-se em passagens bíblicas, geralmente do Antigo Testamento, como a queda das muralhas de Jericó, a vitória de Daví sobre o gigante e etc.
Os articuladores destas campanhas deixam transparecer a idéia de que as bênçãos são imediatas e em consequencias da assiduidade do fiel em não faltar nenhum dia para que a "corrente" não seja quebrada. O salmista dizia: Esperei com paciência no Senhor e Ele se inclinou para mim e ouviu o meu clamor (Sl 40.1).
Aprendi que as bênçãos de Deus em nossas vidas não provem de artifícios mecânicos como forma de barganhar com Deus, do tipo "Eu vou fazer a campanha e Deus será obrigado a me abençoar!" Não! Deus é onipotente e Soberano e Ele sabe muito bem o que precisamos. Jesus nos ensinou primeiramente a buscá-las em oração sem jamais esquecer que a vontade de Deus é que tem de prevalecer sobre a nossa, pois Ele sabe o que é melhor para nós, os seus filhos.

Reginaldo Barbosa

sábado, 13 de novembro de 2010

ATEUS LANÇAM CAMPANHA PUBLICITÁRIA CONTRA A BÍBLIA NOS EUA

A Associação Humanista Americana (AHA), que tem anúncios críticos de Deus e do lema nacional, lançou uma campanha nacional terça-feira que desafia diretamente a Bíblia e o Alcorão.
Em seu esforço maior de marketing, AHA planeja gastar pelo menos $ 200.000 na televisão, jornais e anúncios de ônibus promovendo valores humanistas seculares, colocando-os frente a frente com o que o grupo chama de "moral bíblica e Cristianismo fundamentalista."

No ano passado, o grupo colocou anúncios "Sem Deus? Não há problema!”em ônibus para a sua campanha de anúncios nacional de férias. Mas desta vez, o grupo está dando um passo a mais para mostrar "que os valores humanistas seculares são consistentes com a América convencional e que a religião fundamentalista não tem direito de reclamar a superioridade moral."

"Embora a Bíblia possa conter algumas lições valiosas, tem mensagens sobre o ódio e a guerra. Ela ensina o ódio e o fanatismo religioso. Apresenta valores que são a antítese da autoconfiança americana, liberdade individual e igualdade perante a lei," diretor executivo da AHA Roy Speckhardt disse terça-feira em uma conferência de imprensa anunciando a campanha.

A mais recente campanha publicitária da AHA tem sobre temas morais, incluindo as mulheres, a escravatura, a guerra, a homossexualidade, e punição, comparando os versículos da Bíblia e do Alcorão com citações de AHA ou valores humanistas. Em seguida, ele convida os espectadores a "considerarem o humanismo."

Um anúncio sobre a homossexualidade justapõe a escritura de Levítico 20:13 (Nova Versão Internacional), que chama o ato de um homem deitado com outro homem "detestável," com uma resolução AHA afirmando "igualdade sexual" e a legalização do casamento do mesmo sexo.

Um anúncio em vídeo apresenta o renomado ateu Richard Dawkins dando ponto de vista sobre a inteligência. Respondendo a um versículo bíblico de Provérbios 3:5, que convida os crentes a confiarem no Senhor e não se apoiarem em seu próprio entendimento, Dawkins diz que a fé deve ser apoiada por "evidência e lógica" e não por "autoridade, tradição ou revelação."

Citações do Alcorão foram utilizadas em anúncios abordando a resposta humanista à guerra e à violência.

"Estamos levantando a bandeira para os ateus e agnósticos que já são humanistas, mas não sabiam o termo e também não sabem que há uma organização de defesa lá fora, para que eles possam se juntar ao invés de aderir a uma Igreja," disse Speckhardt.

A campanha inclui um spot televisivo da NBC Dateline na sexta-feira e anúncios impressos em jornais de grande circulação, incluindo EUA Today, o Seattle Times, o Atlanta Journal Constitution e do San Francisco Chronicle.

Os anúncios também serão colocados em trens do metrô em Washington, DC, em outdoors, em Idaho, e dentro de ônibus em cidades selecionadas.

No início deste ano, AHA também focou-se no lema nacional e no Dia Nacional de Oração em campanhas de marketing para sua organização. O grupo humanista trouxe outdoors em que se lê "In Good We Trust," em Idaho, em Abril e mais tarde declarou 06 de maio o Dia Nacional da Razão para combater o Dia Nacional de Oração.

Fonte: Christian Post


quarta-feira, 3 de novembro de 2010

ISRAEL, ÓNTEM, HOJE E AMANHÃ; UM EXEMPLO PARA A IGREJA DE JESUS

"Estas coisas lhes sobrevieram como exemplos e foram escritas para advertência nossa, de nós outros sobre quem os fins dos séculos têm chegado" (1 Co 10.11).

Tudo o que aconteceu em e com Israel foi escrito para servir de exortação à Igreja de Jesus.

Israel ontem

A eleição e escolha de Israel aconteceu única e exclusivamente pela vontade de Deus: "Porque tu és povo santo ao Senhor, teu Deus; o Senhor, teu Deus, te escolheu, para que fosses o seu povo próprio, de todos os povos que há sobre a terra. Não vos teve o Senhor afeição, nem vos escolheu porque fôsseis mais numerosos do que qualquer povo, pois éreis o menor de todos os povos, mas porque o Senhor vos amava e, para guardar o juramento que fizera a vossos pais, o Senhor vos tirou com mão poderosa e vos resgatou da casa da servidão, do poder de Faraó, rei do Egito" (Dt 7.6-8).

Deus, em Sua sabedoria e onisciência, escolheu justamente esse pequeno povo. Ele o libertou com mão poderosa da escravidão no Egito. Em nome do Senhor, Moisés disse a Faraó: "Deixa ir o meu povo, para que me sirva" (Êx 9.1). Por isso Ele lhe deu também Sua Palavra no Sinai: "Tendes visto o que fiz aos egípcios, como vos levei sobre asas de águia e vos cheguei a mim" (Êx 19.4). A tarefa primordial de Israel era ouvir a Palavra de Deus, para poder fazer Sua vontade: "Então, Deus falou todas estas palavras..." (Êx 20.1). "Ouve, Israel..." (Dt 6.4).

Com que finalidade fomos escolhidos?

Encontramos a resposta em 1 Tessalonicenses 1.9-10: "...deixando os ídolos, vos convertestes a Deus, para servirdes o Deus vivo e verdadeiro e para aguardardes dos céus o seu Filho..."

Do correto servir faz parte o correto ouvir. Por essa razão, é tão importante ler diariamente a Palavra de Deus. Pois através dela o Senhor fala aos nossos corações, e por meio da oração nós falamos com Ele. Se a Palavra não tem a maior prioridade para nós, então Jesus Cristo também não ocupa o primeiro lugar em nossas vidas, e corremos grande risco de nos tornarmos escravos do espírito de nossa época.

A Palavra de Deus também precisa ter a mais absoluta primazia nas famílias dos crentes. Deus disse a Israel: "Estas palavras que, hoje, te ordeno estarão no teu coração; tu as inculcarás a teus filhos, e delas falarás assentado em tua casa, e andando pelo caminho, e ao deitar-te, e ao levantar-te" (Dt 6.6-7). De que maneira nossos filhos poderão defender-se e ser vitoriosos diante das influências da época em que vivemos, se em seus pensamentos e em suas mentes não estiver gravada a Palavra de Deus? Através da Palavra de Deus o Espírito Santo dá forças para enfrentar o espírito que domina o mundo ao nosso redor. Cada um de nossos filhos precisa, porém, tomar sua própria decisão de obedecer à Palavra de Deus.

Aprendendo de Israel

Em Ezequiel 36 temos diante de nós o Israel de ontem, de hoje e de amanhã. No versículo 16 está escrito: "Veio a mim a palavra do Senhor, dizendo". Deus falou pessoalmente a Ezequiel. Também nós fazemos bem em dar atenção a essas palavras.

Continuamos lendo: "Filho do homem, quando os da casa de Israel habitavam na sua terra, eles a contaminaram com os seus caminhos e com as suas ações; como a imundícia de uma mulher em sua menstruação, tal era o seu caminho perante mim. Derramei, pois, o meu furor sobre eles, por causa do sangue que derramaram sobre a terra e por causa dos seus ídolos com que a contaminaram" (vv. 17-18). Israel havia sido eleito e escolhido para seguir pelo caminho indicado pelo Senhor. Mas ele andou por seus próprios caminhos e fez aquilo que achava certo segundo seu raciocínio humano. Os israelitas colocaram-se acima da Palavra de Deus e não queriam diferenciar-se dos povos vizinhos. Por isso também adotaram os ídolos estranhos, mesmo sabendo que deveriam servir somente a Deus. Seus pensamentos são expressos de uma maneira muito clara nos dias de Samuel: "...constitui-nos, pois, agora, um rei sobre nós, para que nos governe como o têm todas as nações" (1 Sm 8.5). Essa foi e continua sendo, até aos dias de hoje, a grande tragédia de Israel.

Como cristãos renascidos somos chamados, somos "raça eleita, sacerdócio real, nação santa, povo de propriedade exclusiva de Deus", a fim proclamarmos "as virtudes daquele que" nos "chamou das trevas para a sua maravilhosa luz" (1 Pe 2.9). Essa é a razão porque não podemos abrir-nos para o espírito que domina tudo ao nosso redor e caracteriza a época em que vivemos. Pelo contrário, para nós vale o que está escrito em Romanos 12.2: "E não vos conformeis com este século, mas transformai-vos pela renovação da vossa mente, para que experimenteis qual seja a boa, agradável e perfeita vontade de Deus".

Se bem que, por terem recebido o Espírito Santo, os crentes da Nova Aliança poderiam evitar os mesmos erros que o povo de Israel cometeu no passado, muitos acabam caindo neles. Com muita facilidade a vontade de Deus é ignorada e deixada de lado. Mesmo nos trabalhos da igreja, muitos deixam-se nortear por aquilo que está de acordo com a razão humana ou combina mais com os sentimentos e as emoções, ao invés de se manterem firmes nas diretrizes claras da Palavra de Deus. Com todo o seu ativismo, o que muitos cristãos buscam é satisfazer o próprio "eu". Por essa razão, Jesus disse palavras muito duras sobre as atividades religiosas meramente humanas: "Nem todo o que me diz: Senhor, Senhor! entrará no reino dos céus, mas aquele que faz a vontade de meu Pai, que está nos céus" (Mt 7.21).

Na vida de um cristão neotestamentário ainda podem existir ídolos como aqueles que o povo de Israel adorava? Infelizmente, sim! Tudo aquilo que amamos mais do que Jesus Cristo, tudo que tem valor superior a Ele em nossa vida, é um ídolo. Ídolos em nossas vidas podem ser nossos pais, nosso marido ou esposa, nossos filhos. Será que não devemos amá-los? É claro que sim! Mas somente depois que Jesus tiver ocupado o primeiro lugar em nosso coração, poderemos amar nossos pais, nossa esposa ou esposo, e nossos filhos da maneira correta. Uma bela casa, um automóvel novo, uma conta bancária polpuda e muitas outras coisas podem tornar-se ídolos para nós: "...onde está o teu tesouro, aí estará também o teu coração" (Mt 6.21). "Ninguém pode servir a dois senhores; porque ou há de aborrecer-se de um e amar ao outro, ou se devotará a um e desprezará ao outro. Não podeis servir a Deus e às riquezas" (v. 24). Uma coisa exclui a outra.

Mas o ídolo mais difundido entre os crentes é a vontade própria, e quando ela domina, o ídolo está assentado no trono. Todas as coisas passam a girar em torno dele, todos têm de fazer o que eu quero e o que agrada a mim. Entretanto, não existe vida mais feliz e mais cheia de satisfação do que quando buscamos exclusivamente a vontade de Deus.

De Deus não se zomba!

O povo de Israel, por não obedecer à vontade de Deus, foi disperso pelo mundo todo: "Espalhei-os entre as nações, e foram derramados pelas terras; segundo os seus caminhos e segundo os seus feitos eu os julguei" (Ez 36.19). Também aqui aplica-se o que diz a Palavra: "Não vos enganeis: de Deus não se zomba; pois aquilo que o homem semear, isso também ceifará" (Gl 6.7). Desobediência e indiferença para com a Palavra de Deus significam a perda da bênção.

Em Ezequiel 36.20-21 lemos de Israel: "Em chegando às nações para onde foram, profanaram o meu santo nome, pois deles se dizia: São estes o povo do Senhor, porém tiveram de sair da terra dele. Mas tive compaixão do meu santo nome, que a casa de Israel profanou entre as nações para onde foi". Também nós ofendemos ao Deus de amor quando não nos comportamos como salvos, quando o nosso andar não condiz com nossa elevada vocação, e quando passamos a adaptar nosso comportamento aos descrentes e aos seus padrões: "Infiéis, não compreendeis que a amizade do mundo é inimiga de Deus? Aquele, pois, que quiser ser amigo do mundo constitui-se inimigo de Deus" (Tg 4.4). João alerta: "...o mundo passa, bem como a sua concupiscência; aquele, porém, que faz a vontade de Deus permanece eternamente" (1 Jo 2.17).

Israel hoje

O que temos observado nas últimas décadas em Israel e com relação a Israel só pode ser obra da intervenção divina

O que temos observado nas últimas décadas em Israel e com relação a Israel só pode ser obra da intervenção divina: "Tomar-vos-ei de entre as nações, e vos congregarei de todos os países, e vos trarei para a vossa terra" (Ez 36.24). Por quê? "...Não é por amor a vós que faço isto, ó casa de Israel, mas pelo meu santo nome... Lavrar-se-á a terra deserta, em vez de estar desolada aos olhos de todos os que passam. Então, as nações que tiverem restado ao redor de vós saberão que eu, o Senhor, reedifiquei as cidades destruídas e replantei o que estava abandonado. Eu, o Senhor, o disse e farei" (vv. 22,34,36). O Senhor, em Sua fidelidade, começou a cumprir essas palavras diante de nossos olhos!

Israel amanhã

O que vemos hoje em Israel é apenas uma amostra, pois o Senhor diz: "Então, aspergirei água pura sobre vós, e ficareis purificados; de todas as vossas imundícias e de todos os vossos ídolos vos purificarei. Dar-vos-ei coração novo e porei dentro de vós espírito novo; tirarei de vós o coração de pedra e vos darei coração de carne. Porei dentro de vós o meu Espírito e farei que andeis nos meus estatutos, guardeis os meus juízos e os observeis" (Êx 36.25-27). Pela graça e fidelidade de Deus, Israel tem um futuro maravilhoso diante de si!

Aquilo que está reservado para Israel no futuro já pode ser realidade hoje para todos que abrirem seu coração a Jesus. Deus dá o seu perdão e o Seu Espírito com alegria a quem estiver disposto a confessar seus pecados e a receber o Filho de Deus como seu Salvador e Senhor (veja 1 Jo 1.7-9; Tt 3.4-8). Pelo Seu Espírito, Ele deseja renovar a vida de qualquer pessoa, por mais estragada e perdida que esteja! Ele também quer restaurar os crentes que se deixaram enganar pelo espírito da época e profanaram Seu nome.

O grande anseio de Jesus Cristo era fazer a vontade do Pai. Ele disse: "A minha comida consiste em fazer a vontade daquele que me enviou e realizar a sua obra" (Jo 4.34).

Nosso maior desejo

Deus quer ver esse mesmo anseio também na vida de Seus filhos, pois para isso Ele colocou o Espírito Santo em seus corações. Por isso, fazer continuamente a vontade de Deus deveria ser sempre nosso maior anseio. Só então poderemos cumprir a ordem missionária (Mc 16.15-16) e seguir o exemplo de Jesus: "Eu te glorifiquei na terra, consumando a obra que me confiaste para fazer" (Jo 17.4).

Pelas nossas próprias forças não conseguiremos fazê-lo, mas Ele próprio realiza em nós e através de nós aquilo que Lhe agrada: "porque Deus é quem efetua em vós tanto o querer como o realizar, segundo a sua boa vontade" (Fp 2.13). Precisamos reconhecer o quanto antes nossa própria incapacidade de fazer Sua vontade e nossa total dependência dEle. O Senhor diz: "...sem mim nada podeis fazer" (Jo 15.5).

A promessa direta de Deus a Israel é: "Eu, o Senhor, o disse e o farei" (Ez 36.36). E para cada membro da Igreja de Jesus tem validade as palavras: "Fiel é o que vos chama, o qual também o fará" (1 Ts 5.24).

Temos um Senhor maravilhoso, que só planeja o melhor para cada um de Seus filhos. Tenha a coragem de entregar-se completa e totalmente a Ele e de colocar-se inteiramente à Sua disposição. Ele quer fazer o melhor também por você!

 
Publicado anteriormente na revista Notícias de Israel, dezembro de 2000.

O LOCAL DO NASCIMENTO DE JESUS ATRAVÉS DOS TEMPOS

Há aproximadamente dois mil anos, Jesus nasceu em Belém. Por que justamente ali?

Jesus nasceu em Belém não apenas porque o profeta Miquéias profetizou que assim seria, mas porque Belém significa “Casa do Pão”. Em certa ocasião, Jesus disse: “Eu sou o pão da vida; o que vem a mim jamais terá fome; e o que crê em mim jamais terá sede” (Jo 6.35).

Vamos fazer uma viagem imaginária até Belém. O que aconteceu ali no passado? Como está Belém hoje?
Igreja da Natividade em Belém da Judéia

Belém no século XX

Belém há 55 anos: Israel encontrava-se em plena Guerra da Independência. Era a guerra pela sobrevivência do recém-proclamado Estado judeu. Belém foi ocupada pelo exército jordaniano com o apoio do Iraque, da Síria, do Líbano, do Egito, da Arábia Saudita e do Iêmen.

Belém no século XXI

Belém hoje: Através dos Acordos de Oslo, Belém se encontra sob domínio palestino – exatamente como a Jordânia queria. Assim, Belém faz parte do grupo de cidades da Terra Prometida de onde diariamente partem ameaças terroristas contra Israel.

Belém há três mil anos

Quando nos damos conta de que em árabe a palavra “palestinos” é a mesma que “filisteus”, ou seja, “filastini”, somos lembrados de algo que aconteceu ali há três mil anos: Belém estava ocupada pelos filisteus. O judeu Davi quase se consumia de saudades do lugar onde passara sua infância (2 Sm 23.13-17).

Davi cresceu em Belém. No deserto, ele cuidava dos animais de seu pai defendendo-os de ursos e leões. Davi tinha um dom especial para a música e a poesia hebraica. Através de revelações proféticas, ele sabia que um dia o Messias, o Salvador prometido, viria de sua descendência. Cerca de 1004 anos antes de Cristo, esse pastor de Belém conquistou a cidade de Jerusalém e elevou-a à condição de capital de seu reino. Por essa razão, há algum tempo, Jerusalém celebrou um jubileu muito especial: 3000 anos como capital judaica.

 No Talmude, a mais importante obra teológica para os judeus, está escrito: “Depois dos profetas Ageu, Zacarias e Malaquias o Espírito Santo afastou-se de Israel”.


Belém no início da era cristã
Belém há 2000 anos: uma pequena e idílica cidadezinha situada na orla do deserto da Judéia, distante apenas doze quilômetros da esplendorosa capital Jerusalém. Por sua posição geográfica, Belém era muito apropriada para a criação de ovelhas. O deserto da Judéia é um deserto cheio de vida. Durante nove meses do ano ele fornece alimentação para ovelhas e cabras. No inverno, na época das chuvas, o deserto floresce e os montes se cobrem com um tapete verde. Os arredores de Belém são muito férteis, adequados ao plantio de cereais. Daí provém, provavelmente, o significativo nome de Belém, “Casa do Pão”.

Uma singular história de amor

No final do segundo século antes de Cristo desenrolou-se em Belém a história de amor entre Rute e Boaz, relatada no livro de Rute. Ele era israelita, ela moabita – o que hoje equivaleria a ele ser israelense e ela jordaniana. Será que esse não foi um romance meio complicado? Não, o relacionamento era bom, até muito bom, por uma razão bem definida: Rute, por profunda convicção pessoal, afastou-se da religião de seus antepassados e buscou refúgio sob as asas do Deus de Israel, o Deus de Abraão, Isaque e Jacó. Ao se voltar para Deus, ela estava automaticamente aceitando as promessas que o Eterno fizera ao Seu povo Israel. Seu casamento foi abençoado com descendentes, e um de seus netos alcançaria um significado especial na história da humanidade: foi Davi, o maior rei de Israel, que conduziu o povo ao seu apogeu político. O sábio rei Salomão pôde, então, construir seu reino de paz sobre as surpreendentes vitórias militares de seu pai Davi.

Belém na profecia

Belém da Judéia
No oitavo século a.C., Belém ficou no foco das profecias bíblicas. Miquéias, o morastita, anunciou que o Salvador prometido viria da dinastia de Davi e nasceria em Belém: “E tu, Belém-Efrata, pequena demais para figurar como grupo de milhares de Judá, de ti me sairá o que há de reinar em Israel, e cujas origens são desde os tempos antigos, desde os dias da eternidade” (Mq 5.2).

Deus cumpre as profecias apesar da confusão política

Os acordos de Oslo colocaram Belém sob o domínio palestino.

Os profetas de Israel anunciaram antecipadamente centenas de detalhes sobre o Messias. O último profeta do Antigo Testamento foi Malaquias, por volta do ano 400 antes de Cristo. Quando Belém se encontrava debaixo do domínio persa, esse profeta falou mais uma vez do Esperado. Depois dele não houve mais profetas que tenham deixado profecias escritas para o povo de. No Talmude, a mais importante obra teológica para os judeus, está escrito: “Depois dos profetas Ageu, Zacarias e Malaquias o Espírito Santo afastou-se de Israel”. Em 300 a.C., Belém caiu sob domínio grego. No ano 63 a.C. os romanos invadiram a Judéia. Em 40 a.C. o Senado romano nomeou um “jordaniano”, o edomita Herodes, para ser “rei dos judeus”, que governava também sobre Belém. (A pátria dos edomitas encontrava-se originalmente na Jordânia). Mas a espera pelo “Vindouro”, como o Messias é chamado muitas vezes pelo povo de Israel, não terminou. Ao contrário. Ela ficava cada vez mais ansiosa – até que, numa certa noite, mensageiros celestiais proclamaram nos campos de Belém as grandiosas palavras: “Não temais; eis aqui vos trago boa-nova de grande alegria, que o será para todo o povo: é que hoje vos nasceu, na cidade de Davi, o Salvador, que é Cristo, o Senhor” (Lc 2.10-11). Grande alegria porque na “Casa do Pão” finalmente entrava Aquele que tinha autoridade para dizer de si mesmo: “Eu sou o pão da vida” (Jo 6.48). Grande alegria mesmo que a pequena cidade judaica continuasse sofrendo debaixo do domínio estrangeiro! Aprendemos daí que o fato único de Deus tornar-se homem é tão grandioso que deixa de lado todos as outras ocorrências, todas as coisas, inclusive os problemas e as preocupações. A alegria espiritual não deve depender das circunstâncias, não deve basear-se em situações, resolvidas ou não, sejam elas políticas ou de natureza pessoal. A vinda de Jesus a este mundo traz consigo uma profunda alegria para todos aqueles que reconhecem que Ele é realmente o Cristo, o Filho de Deus. Sua vinda é a garantia de que Deus também vai cumprir todas as promessas que ainda faltam e de que o plano divino vai se realizar com toda a certeza.

 (Dr. Roger Liebi - http://www.beth-shalom.com.br)

quarta-feira, 27 de outubro de 2010

COMO E DE QUE FORMA VOCÊ EVANGELIZA?

Se evangelizar é encontrar uma pessoa na rua e com toda cara de pau dizer "Jesus te ama" e dar as costas, eu não evangelizo.

Se evangelizar é tocar hino nas praças e ir para casa se achando o máximo, eu não evangelizo.

Se evangelizar é ir numa marcha para fazer propaganda de igreja e cantores, eu não evangelizo.

Se evangelizar servir para arrastar pessoas para igreja quando tem festinhas com comida e montar esquemas para ela se sentir bem-vinda somente naquele momento, eu não evangelizo.

Se evangelizar é entregar folhetos que serão jogados no chão e criará mais sujeira nas ruas, eu não evangelizo.

Se evangelizar é pregar com base para embutir culpa nas pessoas bombardeando-as com idéias de pecado e conseqüentemente o inferno para os maus e céu para os bons, eu não evangelizo.

Se evangelizar é convencer as pessoas a se protegerem do mundo dentro de uma igreja que acaba se tornando um bunker contra toda guerra espiritual e ofensivas do diabo, eu não evangelizo.

Se evangelizar é sistematizar o Evangelho, eu não evangelizo.

Agora se evangelizar é caminhar junto, estar presente na vida das pessoas, ser ombro amigo, chorar e rir em vários momentos, então eu creio que eu evangelizo.

Afinal entendo que o maior evangelismo de Cristo, foi estar ao lado, foi comer junto e presenciar toda a aflição e alegria do teu próximo.

Creio que evangelizar é sinônimo de relacionamento. O verdadeiro evangelho não é feito de seguidores e sim de amigos.

Portanto, se evangelizar é partilhar o pão nosso de cada dia, eu evangelizo.

E VOCÊ?

Fonte: http://cartesianofinito.blogspot.com/2010/06/eu-nao-evangelizo.html



quarta-feira, 20 de outubro de 2010

MODINHAS ENTRE ADOLESCENTES EVANGÉLICOS

Será que tem? Faça os testes!

Modinhas são pessoas que sempre seguem ou se adaptam a qualquer coisa inútil nova que aparece. Em geral, são seres irritantes. Veja, abaixo, as características deles. E o pior é que isso esta até entre jovens e adolecentes evangélicos.

Quais desses subpontos abaixo se qualifica a você ?

◙ Gosta ouvir Restart, Cine, Hori.
◙ Assiste Malhação.
◙ EexXxcklevY aAaSsýin.
◙ Ouve Lady Gaga.
◙ É fã de Justin Bieber.
◙ Ama Fiuk, Robert Pattinson, Taylor Lautner e Kristen Stewart.
◙ Não entende, mas ouve músicas internacionais.
◙ Usa o termo team fulano pra dizer que o prefere a sicrano.
◙ Foi pra estreia de Eclipse.
◙ Chorou por não ter ido à estreia de Eclipse.
◙ Participa de várias comunidades Crepúsculo, Lua Nova, Eclipse e Amanhecer.
◙ Usa Ray Ban Wayfarer não por um motivo racional, mas porque os coloridos usam.
◙ Só assiste MTV.
◙ É fã de Rebelde/RBD, Quase Anjos, Isa TKM e afins.
◙ Usa óculos sem lente, só com armação.
◙ Trocou All Star por Nike.
◙ Tem caderno da Capricho.
◙ Virou fã de Michael Jackson no dia em que ele morreu.
◙ Passa o dia online no Orkut, MSN, Twitter, Facebook, Formspring…
◙ Acha Chico Buarque, Milton Nascimento, Elis Regina, Nelson Rodrigues, Gal Costa, Luiz Gonzaga, Peninha (enfim, cultura) bregas.
◙ Não faz ideia de quem sejam!
◙ Usa termos bem in.
◙ Tem franja, cabelo liso, roupa justíssima e (se for do sexo masculino) é confundido com menina.
◙ Acha que rock é Nx Zero e Fresno.
◙ Ouve a Jovem Pan.
◙ Fora a MTV, a única coisa que assiste é Pânico na TV.
◙ Seus perfis online são copiados de algum lugar.
◙ Não sabe quem é, nunca leu nenhum livro, mas usa frases de Clarice Lispector.
◙ É fã de Robert Pattinson mas o único personagem que conhece dele é o de Edward Cullen.
◙ É fã de Kristen Stewart mas o único personagem que conhece dela é o de Bella Swan.
◙ É fã de Stephenie Meyer, mas só leu a Saga Crepúsculo.
◙ Torce pra o time que tá ganhando.
◙ Lê a Capricho.
◙ Possui um celular com 5372 funções.
◙ Usa correntes e boné de aba reta.
◙ Posta vídeos “agressivos” no YouTube.
◙ Faz academia.
◙ Acha que Photoshop, PhotoFiltre e PhotoScape só serve pra tirar espinhas.
◙ Coloca fotos no Orkut com as mesmas poses (fazendo paz e amor, biquinho, de óculos escuros dentro de casa/com flash, hang loose, olhando para o nada, tentando aumentar os músculos/os seios, sem camisa, no espelho, fingindo espontaneidade, mostrando a roupa de marca, deitado no chão, fazendo olhar sexy, etc.)
◙ Fica na colheita feliz o dia inteiro colhendo e roubando.
◙ Vai na Escola Dominical  e ao culto só quando ta afim de alguém.

Se você se inclue em mais de 12 itens dessa lista, já sabe precisa se converter de novo.

Fonte: http://libertosdoopressor.blogspot.com/2010/10/modinha-entre-adolescentes-evangelicos.html

IGREJA MARADONIANA: ATÉ ONDE OS ESCARNECEDORES IRÃO?

Sabendo primeiramente isto, que nos últimos dias virão escarnecedores, andando segundo as suas próprias concupiscências," (II Pedro 3 : 3)


Fundada em Rosário, na Argentina, em 1998, a Igreja Maradoniana já conta com dezesseis mil seguidores no Brasil. Tudo começou na madrugada de 30 de outubro daquele ano, quando dois amigos se encontraram: o jornalista Hernan Amez e seu amigo Hector Campomar. Um olhou para o outro e disse: “Feliz Natal!”, numa alusão ao aniversário de Maradona, o maior jogador de futebol argentino — para muitos, o melhor do mundo.
 

Essa brincadeira escarnecedora evoluiu para uma ideia que a dupla chamou de mágica. Convidaram outro amigo e fanático por Maradona, Alejandro Verón, e juntos resolveram fundar a Igreja Maradoniana. Desde então, para esses zombeteiros, o calendário passou a ser dividido em a.M. e d.M., isto é, antes e depois de Maradona. Nesse caso, estamos hoje no ano 49 d.M.

Todos os anos, desde 1998, os seguidores de Maradona festejam o seu Natal, a 30 de outubro, e o que chamam de Páscoa, a 22 de junho, numa referência ao gol que consideram milagroso contra a Inglaterra, na Copa de 1986, quando o jogador driblou vários adversários. No mesmo jogo, o craque argentino fez um gol com a mão e respondeu aos jornalistas, após a partida, cinicamente: “Gol com a mão? Foi a mão de Deus”.
No lugar onde os maradonianos se reúnem há um altar ao seu ídolo, onde os sacerdotes, com trajes similares aos dos padres católicos, acendem velas. Além disso, há uma bola “ensanguentada”, com uma coroa de espinhos. Numa entrevista ao jornal Lance!, o fundador do movimento afirmou que é possível ser católico e maradoniano, pois um é o deus do coração, e o outro da razão, numa demonstração de que não está brincando quando endeusa o ex-jogador. E concluiu: “Não queremos mudá-lo, o adoramos como ele é”.


Zombando do cristianismo e idolatrando Maradona, o maradonianismo já conta com cem mil seguidores pelo mundo. Desse número, como já mencionei, mais de quinze por cento são brasileiros, entre eles alguns famosos, como: Ronaldinho Gaúcho, Deco (que atua pela Seleção de Portugal) e o ex-jogador Careca (grande amigo de Maradona). Este declarou, endeusando o atual técnico da Seleção Argentina: “Ele é mesmo um Deus. É a maneira do povo retribuir tudo o que ele já fez pela Argentina, e mostrar sua admiração. Sou um desses admiradores também” (Lance!, 4 de setembro de 2009, p.26).

Sei que, para muitos, tudo isso não passa de uma brincadeira. Mas, como diz a Palavra do Senhor, “Deus não se deixa escarnecer; porque tudo o que o homem semear, isso também ceifará” (Gl 6.7).

Fonte:http://www.gospelprime.com.br/igreja-maradoniana-endeusamento-humano-e-zombaria-do-evangelho/

sexta-feira, 1 de outubro de 2010

O CRESCIMENTO VERTIGINOSO DAS IGREJAS EVANGÉLICAS

Pentecostais já somam dezenas de milhões de seguidores


O maior país católico do mundo é também o que mais abriga seguidores de religiões pentecostais. São mais de 24 milhões destes evangélicos - número que, apesar de não fazer frente aos presumidos 138 milhões de católicos que o Brasil possui, é quatro vezes maior do que a população de pentecostais do Estados Unidos, o lugar onde esta vertente do protestantismo cristão surgiu. O país concentra a segunda maior massa pentecostal do mundo - pouco menos de 6 milhões de seguidores - , mas ainda é o que mais tem evangélicos: 44 milhões, contra 27,6 milhões no Brasil. O crescimento vertiginoso de igrejas como Assembléia de Deus, Universal do Reino de Deus e Renascer em Cristo nos últimos dez anos indica que metade da população brasileira pode estar convertida aos cultos evangélicos dentro de cinco décadas - um tempo bastante curto quando se fala no avanço de uma religião. A leitura das reportagens de VEJA publicadas sobre o assunto na última década revela que as conseqüências desse crescimento foram muitas, do campo dos costumes à educação, da política aos esportes, das favelas aos bairros chiques, dos presídios à televisão.

O trabalho de conversão e a ação social

Uma das explicações para o fenomenal crescimento das igrejas evangélicas no Brasil reside no poder que estas seitas têm de fazer muito pela prosperidade material e social dos que se convertem à sua pregação. Num país onde a educação é uma desgraça, o costume protestante de promover a leitura cotidiana da Bíblia - e, mais que isso, de obrigar o fiel a ler os textos sagrados antes de convertê-lo - transformou-se numa verdadeira revolução. As igrejas evangélicas realizam um monumental trabalho de alfabetização de adultos e estimulam o hábito da leitura, especialmente entre a população de baixa renda. Além disso, são notáveis os esforços de recuperação de dependentes de drogas e álcool empregados pelos evangélicos. Também não existem, na maioria das seitas, dogmas que impeçam o planejamento familiar - estas religiões podem distribuir anticoncepcionais a seu rebanho. Há ainda uma sólida e ampla rede de solidariedade entre os fiéis, que garante que um ajude o outro na hora do desemprego ou da dificuldade financeira. Evangélico empresário prefere empregar irmãos de fé ou candidatos à conversão. Estas são apenas algumas saídas viáveis oferecidas pelas igrejas pentecostais a problemas que nem o governo e nem a sociedade brasileira conseguiram solucionar.



sexta-feira, 17 de setembro de 2010

PODE UM HOMEM DIVORCIADO SER PASTOR?

Não! 10 motivos o impedem!

1. Ele não é exemplo dos fiéis.


Em 1 Tm 4:12, Paulo exorta ao pastor Timóteo para que seja "...o exemplo dos fiéis..." O homem que está no segundo, e em até alguns casos, terceiro ou mais casamentos, não pode ser exemplo dos fiéis, por não ser esta a vontade de Deus para o seu povo: Ele odeia o divórcio (Mal 2:16). Os jovens de tal igreja estariam automaticamente, levantando a possibilidade de o seus futuros casamentos, se não derem certo "como o do pastor", o divórcio seria uma opção e ainda Deus os estaria ainda abençoando após algumas "tribulações..." Desastroso exemplo seria também para os que entrarão ou já estão no ministério pastoral. O cristianismo verdadeiro não segue o lema de "faça o que eu digo mas não faça o que eu faço". Paulo disse "sede meus imitadores como eu sou de Cristo"( 1Cor 3:15). O ministério pastoral não é para qualquer um, mas para os que tem condições morais de dar exemplo ( Heb. 13:7).


2. Ele não é irrepreensível.

Em 1 Tm 3:2 temos as qualificações para o pastor: " Convém, pois, que o bispo seja irrepreensível..." A palavra traduzida por irrepreensível usada no texto acima é no grego "anepleptos". Ela aparece 3 vezes no Novo Testamento, a saber: 1 Tim 3:2, 5:7 e 6:14. O significado é sempre o de alguém de quem não se pode falar nada contra, sem mancha, sem culpa inacusável. Independente ser ou não o causador do divórcio ( se é que existe tal condição ), o homem que passou por esta experiência não se encaixa nas exigências bíblicas e será usado pelo Diabo para escandalizar e envergonhar o evangelho. Existe "pastor" que se casou em rebeldia contra os conselhos dos pais, de amigos e até de seus pastores atraindo as maldições do Senhor. Tal flagrante violação da vontade de Deus, tornou tal crente o único responsável pela falência do seu próprio casamento, desqualificando-o de uma vez por todas, para o exercício do pastorado.

3. Ele não é marido de uma mulher.

"Convém, pois, que o bispo seja irrepreensível, marido de uma mulher... " (1Tim 3:2). A expressão "marido de uma mulher" significa muito mais do que o leitor superficial possa imaginar. O ensino é que a mulher com quem o bispo é casado, é a sua primeira e única! Não tem nada a ver com a condenação de relacionamentos simultâneos, o que seria adultério. A condenação da poligamia seria um absurdo tão redundante e flagrante que Paulo não precisaria se referir para uma pessoa especial como o bispo. O que está em jogo é a conduta ilibada e irrepreensível do pastor no seu relacionamento singular com a sua primeira esposa. Veja o verso afim em 1 Tim 5:9. "...e só a que tenha sido mulher de um só marido." É óbvio que a viúva a que Paulo se refere, só poderia receber auxílio da igreja se tivesse vivido com um só homem. Por estar ele morto não haveria outro. Esta é a mesma construção gramatical que se refere a situação do pastor, apenas invertendo-se os substantivos. A ênfase em 1 Tim 3:1 sobre a vida conjugal do pastor é tão flagrante, que a mesma palavra que é usada para expressar a unicidade da mulher da sua vida, é usada também em todas as vezes no Novo Testamento para expressar que marido e mulher se tornam uma só carne. O homem que se divorcia e se casa com outra mulher não reverte o se tornar uma só carne com a primeira, portanto ele não é mais marido de uma só mulher nem na singularidade nem na ordem numeral. Se voltasse para a primeira mulher cessaria o adultério, mas a desqualificação está selada para sempre.

4. Ele não tem autoridade para exortar nem aconselhar.


Certo pastor, que estava no segundo casamento, teve a audácia de, ao pregar numa determinada igreja, mencionar a sua indignação ao se deparar com colegas que estavam no segundo casamento...Tal falta de honestidade e coerência nos faz lembrar a advertência do Mestre que disse "Ou como dirás ao teu irmão: Deixa-me tirar o argueiro do teu olho; estando uma trave no teu" ( Mat 7:5 ). O divorciado não pode pregar numa igreja como pastor, muito menos aconselhar os casais crentes sobre família, porque a sua não é mais exemplo. Se tentar aconselhar estará sendo hipócrita, se não aconselhar estará sendo omisso com o ministério mutilado. Não tem jeito, o cristianismo não funciona segundo palavras vazias, mas com exemplo de vida. Mesmo que o homem não tenha se casado novamente, a situação de separação da primeira esposa já o desqualifica para o pastorado.


5. Ele contradiz a própria palavra que prega por exercer, em rebeldia, uma posição para a qual Deus não o permitiu nem o chamou.

Quando o pastor sobe ao púlpito para pregar, ele não pode expressar as suas opiniões. Ele tem que entregar uma mensagem que não é a sua. Ele tem que pregar a Palavra de Deus em obediência a Cristo. Se o pregador está em rebeldia no seu viver, ele está desqualificado para pregar. Suas palavras são vazias e sem unção. Não importa o que a igreja pense, o tamanho da congregação, ou quantas conversões acontecem: o seu líder nessas condições está sem a bênção do Senhor, não importando os "sinais externos": os resultados não autenticam a fonte (1Cor 3:13-15).

6. Ele seria um desastre espiritual a médio e longo prazo para a igreja imatura que o aceitar.

Não se pode colocar o pecado em compartimentos. Quando ele entra na igreja sob a forma de omissão e rebeldia contra a palavra de Deus, qual fermento se espalha para vários outros setores. Com o pecado não se brinca. A tendência do homem é o pecado, principalmente na área de família e sexo. Na igreja isto também se verifica. Se a liderança não tem os padrões de Deus, a degeneração dos crentes é certa. Os líderes cristãos não podem ser egoístas, buscando seus interesses a curto prazo nem status de liderança para encobrir pecados pessoais. Se os padrões são decadentes, pode esperar que os crentes que se desenvolveram dentro do ambiente de tolerância com o pecado serão cada vez mais decadentes, frios e finalmente apóstatas. Veja as advertências do Senhor às 7 igrejas do Apocalipse. A igreja local muito menos ordem de pastores não têm autoridade para aceitar um pastor divorciado. Eles estariam em rebeldia contra a palavra de Deus, independente do número de votos que homologou a aceitação. Os crentes sérios que porventura pertençam a tal igreja deveriam imediatamente se retirar dela, recusando submeter-se a um líder desqualificado e não aprovado por Deus. O voto da maioria nesse caso não opera a vontade de Deus (Ex.23:2).

7. Ele desonra o gesto nobre de ex-pastores que abandonaram o ministério por fracassarem no casamento.

Há diversos casos de pastores que, apesar de terem o chamado de Deus para o ministério, tiveram a dignidade e a nobreza de abandoná-lo após se desqualificarem devido ao divórcio, separação ou conduta. Quando alguém insiste em permanecer no ministério nessas condições está desonrando a Deus e a esses homens dignos que entenderam que não era mais a vontade de Deus a sua liderança sobre o Seu povo. Quando alguém assim permanece no ministério, na verdade está se julgando muito importante e indispensável para o trabalho de Deus (Luc. 17:10).


8. Ele destruiu o modelo de compromisso eterno e indissolúvel entre Cristo e a igreja.

O relacionamento eterno entre Cristo e os salvos, é comparado com o do marido e esposa cujo compromisso não é para ser quebrado (Ef. 5:22-33).


9. Ele não pode celebrar nenhum casamento.


Até que a morte os separe (Rom. 7:2-4, 1Cor 7:39) ? Como pode um pastor proferir os votos conjugais para um casal de noivos , se ele mesmo não cumpriu na sua vida?


10. Ele está contribuindo para a degeneração dos padrões familiares das gerações seguintes.

Se pastores, tendo suas famílias dentro dos padrões bíblicos, já sofrem com a desintegração de várias famílias da membrezia, imagine se do púlpito vem o péssimo exemplo do fracasso conjugal. Nesse caso os fundamentos da família estão abalados para as gerações seguintes (Sal. 11:3).


Conclusão

O divórcio é uma ameaça para a família cristã. As sua conseqüências são devastadoras para a família. Por esse motivo "...o Senhor Deus de Israel diz que aborrece o repúdio..." (Mal 2:16). O homem que foi chamado para anunciar a palavra de Deus como pastor não pode ser divorciado, muito menos casado pela segunda vez. Se alguém está nessa triste situação deve ter a humildade suficiente de abandonar o ministério urgentemente para não causar mais prejuízos ao testemunho do evangelho e procurar exercer os seus dons fora da liderança da igreja, pois o seu chamado acabou tão logo tenha ocorrido a desqualificação. Para os crentes que desfrutam a bênção de ter o seu casamento dentro da vontade de Deus, fica o alerta para, humildemente, reconhecer a graça do Senhor (1Cor. 10:12) e buscar em fervente oração, forças e discernimento para combater as armadilhas do maligno para a destruição da família.

Fonte: http://www.baptistlink.com/

PASTOR OU PASTOR-CÃO?

Como saber se um pastor é um legítimo guia de ovelhas ou não passa de um cão mercenário?

Infelizmente, igrejas fundamentadas na Bíblia estão se tornando cada vez mais raras nestes últimos dias. Os fundamentos da doutrina cristã estão sendo abandonados pela aceitação do erro e da heresia. A enganação está aumentando e muitas ovelhas de Deus estão sendo enganadas por charlatões disfarçados de ministro do evangelho. Os promotores desse quadro decadente são os pastores-cães sempre desejosos de agradar e de alcançar a aprovação dos homens. Esses maus líderes gostam de bajular para obter confiança e com suaves palavras e lisonjas enganam os corações dos simples. Em Filipenses 3:2 o apóstolo Paulo assinala: “Guardai-vos dos cães, guardai-vos dos maus obreiros”.

Uma das passagens mais dramáticas da Bíblia é Isaías 56:11 onde o profeta dá as características dos pastores-cães: “Estes cães são gulosos, não se podem fartar; e eles são pastores que nada compreendem; todos eles se tornam para o seu caminho, cada um para a sua ganância, cada um por sua parte”. Como se observa no versículo, os pastores-cães são extremamente cobiçosos, de torpe ganância, avarentos; sevem ao seu próprio ventre; sempre buscam a sua satisfação pessoal deixando as ovelhas ao abandono. A idéia de um cão pastoreando ovelhas é contraproducente ao Evangelho. Jesus enfatizou que “O bom pastor dá a sua vida pelas ovelhas”. O bom pastor, não ladra, não rosna, não rezinga, não ataca, não coloca o rebanho em apuros, não alarga o caminho estreito, mas fala o que convém à sã doutrina. O objetivo primordial do bom pastor é colocar seu rebanho sob o temor contínuo do Senhor.

Os pastores-cães buscam os louvores de seus ouvintes e, jactando-se dos bancos cheios aos domingos, arvoram a bandeira falsa do avivamento. Esses maus líderes estão preocupados em solucionar as neuroses das pessoas, revestindo de açúcar seus sermões. Esquecem eles, que o único remédio para a cura dos males que afligem os homens, seja na mente ou no coração é a Palavra de Deus. Uma estratégia usada pelos pastores-cães é manter um perfil discreto e dar aos ouvintes o que eles querem, esperando que voltem no próximo domingo. Esses enganadores fazem com que as pessoas pensem que foram curadas dos seus pecados quando nunca souberam que estavam enfermas, eles colocam vestimenta de justiça sobre os seus ouvintes quando nunca souberam que estavam nus. Seus sermões são uma espécie de chá de eva-doce para acalmar os pecadores, mantê-los confortáveis e domesticá-los. Pregam um Deus meloso, bonachão que não faz exigências. Suas mensagens não têm a capacidade de arar a terra com profunidade, não rompe o solo rochoso da alma humana, não vai além da superfície.

Nas igrejas dos pastores-cães a fé virou show, a adoração virou entretenimento, a santidade deu lugar ao “não tem nada a ver”, a cruz foi substituída por outra mais macia, ou seja, a freqüência do povo à igreja é comparada com o número de pessoas que vai a um parque de diversões. A igreja desses pastores-cães é a igreja da Aceitação: o pecado não é tratado com seriedade, todos podem entrar e permanecer pecadores contumazes. Esses maus líderes não entendem que clubes sociais construídos sobre o nome de Jesus Cristo não são a igreja do Novo Testamento. Um pregador que deixa de “quebrar alguns ovos” regularmente, por que tem o objetivo de ser popular, não está qualificado para o ministério. Uma característica marcante desses pastores-cães é que as experiências têm maior peso que as Escrituras. Quando as pessoas desmaiam na igreja, ou riem descontroladamente, ou latem como cachorros, ou miam como gatos, ou rugem como leões, ou se arrastam como cobras, esses pastores acham que todas essas manifestações são de Deus. Para esses réprobos a Bíblia somente é importante quando não contradiz suas experiências.

O salário altíssimo é a marca principal desses pastores-cães. A Bíblia diz que o trabalhador é digno do seu salário. Portanto, não há nada de errado um pastor receber um salário adequado. Mas, quando o pastor torna-se milionário e vive em uma grande mansão com carros do último tipo conseguidos do seu rebanho, é um lobo mercenário. Esses mercenários têm mundanizado o Evangelho. Para eles, o sucesso de uma empresa multinacional é o modelo a ser imitado pela sua igreja.

É preciso entender que o mundo dos negócios está preocupado com a aparência e o lucro e não pode ser modelo para a igreja do Senhor Jesus Cristo. O verdadeiro pastor que não é mercenário é como Moisés que “permaneceu firme como quem vê o invisível” (Hb 11:27), ou seja, os seus olhos estavam sobre o invisível, o reino espiritual de Deus, não no reino deste mundo.

Os pastores-cães induzem o povo ao erro através de alianças com o que é profano. Para isso usam de jargões atraentes e diplomáticos do tipo: “Unidade na diversidade”, ”O amor une a doutrina divide”, “Devemos construir pontes e não muros”, “O verdadeiro cartão de identidade do cristão é o amor”. Através dessas frases engenhosamente bem construídas erros doutrinários grosseiros têm sido tolerados em nome do amor. Cristianismo é acima de tudo união de gregos e troianos, judeus e gentios, negros e brancos, ricos e pobres, todos unidos numa só fé. Mas, o cristianismo verdadeiro não tolera a conjugação entre o certo e o errado, a verdade e a mentira, a luz e a escuridão. A unidade não deve ser meramente espiritual, mas acima de tudo deve ser bíblico-doutrinária. Assim como a água e o óleo não se misturam, verdade e erro não podem combinar para produzir algo bom. Deus é amor, mas é também santo por isso não dá para justificar a união do santo com o profano como querem os pastores-cães.

Em 2 Tessalonicenses Paulo exorta dizendo: “Se alguém não obedecer à nossa palavra por esta carta, notai o tal e não vos mistureis com ele”. No capítulo 16 verso 17 aos Romanos, Paulo assinala dizendo: “Rogo-vos irmãos, que noteis os que promovem dissensões e escândalos contra a doutrina que aprendestes, desviai-vos deles”. No livro apocalipse há uma sentença severa para os pastores-cães “Ficarão de fora os cães” (AP 22:15). Cabem a nós, ovelhas, ficarmos atentos para a solene advertência: CUIDADO: PASTORES-CÃES!
 
Marcos Pinheiro

quinta-feira, 2 de setembro de 2010

STEPHEN HAWKING EXCLUI DEUS DE TEORIAS

"DISSE o néscio no seu coração: Não há Deus. Têm-se corrompido, fazem-se abomináveis em suas obras, não há ninguém que faça o bem." (Salmos 14 : 1)

"Deus não tem mais lugar nas teorias sobre a criação do universo, devido a uma série de avanços no campo da física", afirma o cientista britânico Stephen Hawking em seu novo livro, que teve trechos divulgados nesta quinta-feira.

Demonstrando uma posição mais dura em relação à religião do que a assumida nas páginas do best-seller internacional "Uma breve história do tempo", de 1988, Hawking diz que o Big Bang foi simplesmente uma consequência da lei da gravidade.

"Por haver uma lei como a gravidade, o universo pode e irá criar a ele mesmo do nada. A criação espontânea é a razão pela qual algo existe ao invés de não existir nada, é a razão pela qual o universo existe, pela qual nós existimos", escreve o célebre cientista em "The grand design", que será publicado em série no jornal The Times.

"Não é necessário que evoquemos Deus para iluminar as coisas e criar o universo", acrescenta.

Hawking se tornou mundialmente famoso com suas pesquisas, livros e documentários, apesar de sofrer desde os 21 anos de idade de uma doença motora degenerativa que o deixou dependente de uma cadeira de rodas e de um sintetizador de voz.

Em "Uma breve história do tempo", Hawking sugeria que a ideia de Deus ou de um ser divino não é necessariamente incompatível com a compreensão científica do universo.
Em seu mais recente trabalho, no entanto, Hawking cita a descoberta, feita em 1992, de um planeta que orbita uma estrela fora de nosso Sistema Solar, como um marco contra a crença de Isaac Newton de que o universo não poderia ter surgido do caos.

"Isso torna as coincidências de nossas condições planetárias - o único sol, a feliz combinação da distância entre o Sol e a Terra e a massa solar - bem menos importantes, e bem menos convincentes, como evidência de que a Terra foi cuidadosamente projetada apenas para agradar aos seres humanos", afirma Hawking.

Os trechos indicam uma aparente mudança de opinião em relação a uma das obras mais conhecidas de Hawking.



Em seu livro Uma Breve História do Tempo, publicado em 1988, o cientista sugeria que a ideia de uma criação divina seria compatível com uma compreensão científica do Universo.


"Se nós descobrirmos uma teoria completa, será o triunfo definitivo da razão humana - pois então nós deveremos conhecer a mente de Deus", escreveu então o cientista.